As ações da Smart Fit (SMFT3) registraram queda superior a 8% nesta quinta-feira (15/01) e tocaram a menor cotação intradia desde agosto de 2024. O recuo colocou os papéis na liderança isolada das perdas do Ibovespa, mesmo com o índice operando perto da estabilidade ao longo do pregão.
Por volta das 13h, as ações caíam 8,86%, cotadas em R$ 20,75. No pior momento registrado até a publicação desta matéria, chegaram a ser negociados a R$ 20,54, reforçando a pressão vendedora sobre o papel.
O que explica a queda das ações da Smart Fit
A correção das ações da Smart Fit ocorre após um período de forte valorização. Em 2025, os papéis acumulam lucro superior a 43%, o que abriu espaço para realização de lucros e ajustes técnicos no curto prazo, sobretudo em um pregão de menor apetite ao risco.
Além disso, o mercado passou a reavaliar as perspectivas do setor de academias no Brasil, que combina expansão acelerada com aumento da competição. Além disso, esse ambiente tende a pressionar margens, elevar custos de operação e tornar o crescimento mais dependente de escala e eficiência.
Nesse cenário, investidores ajustam projeções de rentabilidade e participação de mercado, o que ajuda a explicar o recuo das ações da Smart Fit após a sequência de altas recentes.
Números-chave das ações da Smart Fit no pregão:
- Queda intradia: até 8%
- Cotação mínima (até então): R$ 20,54
- Cotação por volta de 13h: R$ 20,75
- Desempenho em 2025: alta acumulada superior a 43%
- Índice de referência: Ibovespa próximo da estabilidade
Concorrência nacional entra no preço da ação
No encerramento do pregão, a queda pode estar condicionada a precificar com mais rigor o avanço da concorrência no setor de academias no Brasil. Nesse sentido, a expansão de redes como Bluefit, Bodytech, Cia Athletica e operadores regionais aumenta a disputa por alunos e pode limitar margens. Portanto, após a forte valorização em 2025, esse fator reforça o ajuste nas ações da Smart Fit.











