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Caso Banco Master amplia quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas

O caso do Banco Master assumiu uma nova dimensão após a autorização do STF para a ampliação da quebra de sigilos. Com o bloqueio de R$ 5,8 bilhões, a investigação se torna mais aprofundada, incluindo a análise do controlador do banco. A Procuradoria-Geral da República prevê a avaliação das informações em um prazo de quatro a seis meses.
Dias Toffoli e Daniel Vorcaro em contexto da apuração sobre o Banco Master
Ministro Dias Toffoli e o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, no centro da apuração que ampliou a quebra de sigilos bancário e fiscal no STF. (Fotos: STF/Divulgação)

O Banco Master entrou em nova fase de atenção do Judiciário após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas físicas e jurídicas. A medida foi assinada pelo ministro Dias Toffoli no âmbito da Operação Compliance Zero e ampliou o alcance das investigações. Segundo fontes envolvidas no caso, a expectativa é que o volume supere 600 quebras de sigilo.

Confira no vídeo análises sobre as decisões polêmicas do ministro no caso do Banco Master:

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A decisão não se limita ao acesso a dados financeiros. O despacho autorizou o sequestro e o bloqueio de bens e valores até o limite de quase R$ 5.8 bilhões. Dessa forma, a apuração entra em fase mais sensível ao alcançar Daniel Vorcaro, controlador do Master, familiares e empresários ligados ao caso.

Nesse cenário, o volume de informações reunidas nas investigações ligadas ao Banco Master cresce de forma expressiva. A Procuradoria-Geral da República (PGR) estima de quatro a seis meses para analisar os dados bancários, fiscais e o material apreendido em 42 endereços, incluindo celulares e computadores.

Ao mesmo tempo, a apuração concentra atenção na suspeita de emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com promessa de retorno de até 40% acima da taxa básica. Segundo a Polícia Federal, esse patamar foge dos parâmetros de mercado e sustenta a ampliação do escopo autorizada pelo STF.

Nesta sexta-feira (16/01), Dias Toffoli prorrogou por 60 dias a investigação sobre a operação de venda do Banco Master ao Banco de Brasília. Com a quebra de sigilos e o bloqueio bilionário em curso, a análise dos dados passa a orientar os próximos passos do processo.


Caso Banco Master entra em fase sensível no STF

Nos bastidores do caso Banco Master, cresce a expectativa de novos desdobramentos nos próximos dias, inclusive com possíveis operações da Polícia Federal. Ao mesmo tempo, a condução do processo pelo ministro Dias Toffoli passou a ser debatida no meio jurídico.

Fontes ouvidas pelo Economic News Brasil apontam questionamentos sobre decisões processuais, com avaliações de que, em tese, poderiam gerar contestações futuras das investigações sobre as operações do Banco Master, inclusive sobre a validade das provas. Outras leituras defendem que o relator avalie eventual impedimento diante de menções a possíveis vínculos familiares citados no processo.

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