Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

China fecha 2025 com crescimento de 5% e desacelera no fim do ano

O crescimento da China atingiu 5% em 2025, cumpriu a meta oficial, mas terminou o ano com desaceleração, consumo fraco e maior dependência das exportações.
Imagem da bandeira da China para ilustrar uma matéria jornalística sobre o Crescimento da China.
(Imagem: Gaston Laborde/Pixabay)

A China encerrou o ano de 2025 com um crescimento de 5%, atingindo a meta oficial de Pequim nesta segunda-feira (19). No entanto, houve indícios evidentes de uma diminuição da velocidade no final do ano. O resultado ficou levemente acima das projeções do mercado e repetiu o desempenho de 2024, mantendo a economia chinesa entre as de maior expansão global.

Apesar do número cheio, o avanço ocorreu de forma desigual. O setor externo sustentou a atividade, enquanto a demanda doméstica, o consumo das famílias e o mercado imobiliário continuaram pressionados. Analistas avaliam que o dado anual não elimina os desafios que a segunda maior economia do mundo carrega para 2026.

Crescimento da China apoiado no setor externo

As exportações e a indústria manufatureira da China responderam pela maior parte do crescimento em 2025. Em meio a tensões comerciais, empresas ampliaram vendas para mercados fora dos Estados Unidos, o que ajudou a formar um superávit comercial próximo de US$ 1,2 trilhão, nível recorde.

A produção industrial acelerou no fim do ano, confirmando o peso das fábricas na atividade. Para estrategistas de investimentos, o resultado anual positivo não elimina o fato de que o desempenho “esconde um ritmo desigual”, com setores internos ainda fragilizados.

Esse desenho aumentou a dependência da economia chinesa da demanda externa, deixando o país mais exposto ao avanço do protecionismo global e a mudanças na política comercial dos EUA, segundo avaliações do mercado.

Ritmo econômico perde força no fim do ano

No quarto trimestre, o PIB da China cresceu 4,5% na comparação anual, abaixo do trimestre anterior e no patamar mais fraco em três anos. Mesmo com avanço trimestral de 1,2%, acima do esperado, analistas apontam que a desaceleração indica um início de 2026 com menor impulso.

A fraqueza do varejo, com alta de apenas 0,9% em dezembro, reforçou as dificuldades para estimular o consumo. Ao mesmo tempo, o investimento em ativos fixos caiu 3,8% em 2025, primeira retração anual desde 1996, enquanto o investimento imobiliário recuou 17,2%.

Segundo Kang Yi, chefe do Departamento Nacional de Estatísticas, o desempenho do ano foi obtido “com muito esforço”, diante de oferta elevada e demanda insuficiente.

Crescimento da China e os desafios para 2026

Para sustentar o crescimento da China, o banco central do país iniciou cortes direcionados de juros e sinalizou novas reduções nas exigências de reservas bancárias. No campo fiscal, líderes prometeram uma postura mais ativa e voltaram a indicar uma meta próxima de 5% para 2026.

Além disso, o país pretende pretende elevar a participação do consumo das famílias, hoje inferior a 40% do Produto Interno Bruto, ao longo dos próximos cinco anos. Analistas destacam que isso depende de avanços em renda, emprego e proteção social, em um ambiente ainda marcado por pressões deflacionárias.

Instagram
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New