O Grupo Kroma deu início aos testes de energização do Complexo Fotovoltaico Arapuá, seu maior projeto de geração solar, instalado em Jaguaruana, no Vale do Jaguaribe, no Ceará. A etapa técnica, que ocorreu entre 08/01 e 11/01, antecede a entrada em operação do empreendimento. Esta está prevista para o primeiro trimestre de 2026, conforme o cronograma da companhia.
Desenvolvido por meio da Arapuá Energias, o ativo consolida a presença do Grupo Kroma no interior do Ceará e amplia a oferta de energia renovável em uma região estratégica para a infraestrutura elétrica do Estado. Os testes validam o funcionamento integrado dos sistemas e preparam a conexão definitiva da usina ao sistema de transmissão local.
Complexo Fotovoltaico Arapuá e a estrutura elétrica do Ceará
Nesta fase, o Grupo Kroma realizou a energização do bay de conexão em 230 kV, da linha de transmissão, da subestação coletora e da rede aérea interna do complexo. Além disso, os 36 eletrocentros também passaram por validações, assegurando o escoamento da energia até o sistema gerenciado pela Dunas Transmissora.
A consolidação dessa infraestrutura reforça a capacidade elétrica do Vale do Jaguaribe, área que vem atraindo investimentos em geração centralizada. Para o setor, o projeto amplia a confiabilidade do fornecimento regional e contribui para o equilíbrio da matriz energética cearense.
De acordo com Alexandre Guerra, gerente de projetos da Kroma Energia/Arapuá, a fase de energização confirma o alinhamento técnico do empreendimento. Segundo ele, os sistemas de proteção e controle atendem integralmente às exigências do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Portanto, assegurando condições seguras para o início da geração.
Efeitos econômicos do Complexo Fotovoltaico Arapuá para Jaguaruana
Com 247 MWp de capacidade instalada, o complexo deverá produzir cerca de 537 GWh por ano, volume capaz de abastecer aproximadamente 290 mil residências. Implantado em uma área de 1.094 hectares, o parque reúne 388.800 módulos fotovoltaicos, refletindo a escala industrial do investimento do Grupo Kroma na região.
Durante a fase de obras, concluída em outubro de 2025, o empreendimento gerou mais de mil empregos diretos e indiretos, com impacto sobre comércio, serviços e logística locais. Esse efeito multiplicador reforçou a economia de Jaguaruana e municípios vizinhos ao longo do ciclo de implantação.
Fase final antes da geração
Após os testes, o ativo entra em operação assistida, período em que o desempenho real dos sistemas é acompanhado frente às premissas técnicas do projeto e às normas do Sistema Interligado Nacional (SIN). Essa etapa antecede a liberação plena para a entrega contínua de energia à rede básica.
Ao avançar para a fase final de comissionamento, o Complexo Fotovoltaico Arapuá passa a integrar de forma estrutural o desenvolvimento energético do Vale do Jaguaribe. Para o Grupo Kroma, o projeto reforça a estratégia de expansão em energia solar no Nordeste. Portanto, aliando infraestrutura, geração de renda local e aumento da oferta elétrica em regiões fora dos grandes centros.
O Grupo Kroma, por meio da Kroma Energia, iniciou suas atividades como comercializadora de energia no Nordeste. Com quase 20 anos no mercado, mantém um portfólio superior a 5,7 GW em projetos de geração renovável entre ativos em operação, desenvolvimento e construção.











