Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Clientes do Will Bank: o que fazer após a liquidação?

Clientes do Will Bank enfrentam bloqueio de cartões e espera pelo FGC após a liquidação. Entenda como ficam saldos, dívidas e quais cuidados adotar durante o processo.
Clientes do Will Bank enfrentam bloqueio de serviços após liquidação.
Liquidação extrajudicial altera o acesso a cartões e recursos. Imagem: Reprodução/Will Bank/Redes Sociais

Na quarta-feira (21/01), clientes do Will Bank passaram a conviver com efeitos imediatos da liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central. A decisão encerrou a tentativa de preservação da instituição ligada ao Banco Master e inaugurou um processo controlado, com regras claras, porém de acesso menos ágil aos recursos.

O ponto central é que o dinheiro não desaparece. Contudo, o uso cotidiano de produtos financeiros sofre restrições relevantes. Cartões deixam de operar, investimentos ficam travados e a liberação de valores passa a seguir ritos formais, com prazos definidos por lei e por entidades garantidoras.

Clientes e o acesso ao dinheiro

Para clientes do Will Bank, depósitos à vista, poupança e CDBs contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. O pagamento, entretanto, depende da abertura do procedimento operacional e da listagem oficial de credores.

Segundo especialistas, o prazo médio costuma girar em torno de 30 dias úteis após essa etapa. Enquanto isso, os recursos permanecem indisponíveis. Já valores que excedem o teto do FGC entram na massa liquidanda, ficando sujeitos à venda de ativos do banco e à ordem legal de pagamentos.

Nesse contexto, investimentos têm a rentabilidade interrompida na data da liquidação. O congelamento vale até a definição do ressarcimento, prática já observada em outros casos recentes do sistema financeiro.

Bloqueio de cartões e manutenção das obrigações

Outro efeito direto para os correntistas do Will Bank foi o bloqueio dos cartões de crédito. A Mastercard suspendeu autorizações por risco ao sistema de pagamentos, o que afeta compras recorrentes e assinaturas.

Apesar disso, dívidas seguem ativas. Faturas e empréstimos devem ser pagos normalmente. O não pagamento pode levar à inadimplência, com registro em SPC e Serasa, já que os contratos permanecem válidos e passam a ser administrados pelo liquidante ou cedidos a terceiros.

Além disso, não existe compensação automática entre saldo em conta e parcelas de crédito. Assim, deixar de pagar não reduz o débito pendente.

Orientações práticas e efeitos além do cliente final

Advogados recomendam que clientes do Will Bank guardem comprovantes, prints e extratos da data da suspensão. A orientação também é evitar novas transações, pois há risco de invalidação posterior.

O impacto alcança ainda fornecedores, classificados como credores quirografários. Eles recebem apenas após créditos trabalhistas, garantidos e tributários, e somente se houver patrimônio disponível.

Para usuários do Will Bank, o episódio reforça a importância de compreender garantias, limites do FGC e o funcionamento da liquidação. No curto prazo, a prioridade é informação e organização; no médio, a atenção se volta ao cumprimento das etapas formais do processo.

InstagramLinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New