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Arrecadação federal de 2025 chega a 3,65%

A arrecadação federal de 2025 somou R$ 2,887 trilhões, com alta real de 3,65% e maior valor da série histórica, mesmo em um cenário de juros elevados e política monetária restritiva.
Arrecadação federal de 2025 registrada pela Receita Federal
Dados da Receita Federal mostram recorde da arrecadação federal de 2025. Imagem: Canva

A arrecadação federal de 2025 encerrou o ano em R$ 2,887 trilhões, segundo dados divulgados pela Receita Federal na última quinta-feira (22/01). O resultado representou crescimento real de 3,65% em relação a 2024 e estabeleceu o maior valor já registrado desde o início da série histórica, em 1995.

O desempenho ocorreu em um contexto de juros elevados e controle inflacionário conduzido pelo Banco Central. Ainda assim, a base tributária sustentou expansão, combinando maior nível de atividade econômica com ações voltadas ao reforço das receitas ao longo da atual gestão.

Composição das receitas após arrecadação

Dentro do total arrecadado, os recursos administrados diretamente pela Receita Federal alcançaram R$ 2,763 trilhões em 2025. Esse montante correspondeu a uma alta real de 4,27% frente ao ano anterior, indicando avanço consistente na coleta de tributos federais.

Entram nesse grupo impostos, contribuições e demais receitas sob competência da União. O desempenho sugere ampliação da base de incidência e maior eficiência na arrecadação, apoiada por tributação, receitas fiscais e administração tributária mais ativa.

Por outro lado, as receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 123,612 bilhões. Nesse caso, houve recuo real de 8,40% no ano, refletindo principalmente o menor ingresso de royalties do petróleo, componente mais sensível a preços internacionais e volume de produção.

Receita pública em ambiente de juros elevados

A leitura dos dados ganha relevância quando observada ao lado da política monetária restritiva vigente em 2025. Taxas de juros elevadas costumam limitar consumo e investimento, o que tende a moderar o crescimento da receita pública.

Mesmo assim, o resultado indica que a atividade econômica manteve ritmo suficiente para sustentar a arrecadação. Avaliações de mercado apontam que setores ligados a serviços, mercado de trabalho e consumo formal contribuíram para preservar a base de impostos, apesar do custo do crédito mais alto.

Além disso, medidas arrecadatórias adotadas pelo governo ao longo do ano ajudaram a compensar a perda em fontes mais voláteis. Analistas destacam que esse conjunto de ações teve peso relevante no fechamento das contas.

Arrecadação federal de 2025 e o sinal deixado por dezembro

O último mês do ano reforçou essa leitura. Em dezembro, a arrecadação federal somou R$ 292,724 bilhões, com avanço real de 7,46% na comparação anual. O dado sugere encerramento de exercício com fôlego maior do que o observado na média do ano.

Para especialistas em política fiscal, o comportamento de dezembro costuma antecipar tendências para o início do exercício seguinte. Nesse sentido, a arrecadação federal de 2025 deixa como herança uma base mais elevada de receitas, mas também amplia o debate sobre equilíbrio fiscal, contas públicas e o espaço para decisões orçamentárias em um cenário ainda condicionado pelo custo do dinheiro.

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