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Ibovespa faz história e fecha com mais de 180 mil pontos pela primeira vez

O Ibovespa marca um novo recorde da bolsa brasileira, sustentado por fluxo estrangeiro, inflação menor e expectativa de ajustes na política monetária.
Imagem do balcão de ofertas da B3 para ilustrar uma matéria jornalística sobre os pontos do Ibovespa.
(Imagem: divulgação/B3)
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Nesta terça-feira (27), o Ibovespa superou os 180 mil pontos e entrou no radar histórico do mercado financeiro. O principal índice da B3 encerrou o pregão aos 181.919,13 pontos, com alta de 1,79%, registrando o primeiro fechamento acima desse nível e renovando recordes.

Ao longo do dia, o índice alcançou a máxima intradiária de 183.316,72 pontos, impulsionado por compras amplas de ações, aumento do apetite por risco e fluxo consistente de investidores estrangeiros. Mesmo com cautela nos mercados globais, o ambiente segue favorável aos ativos brasileiros.

Mais de 180 mil pontos no Ibovespa e a leitura do capital global

Analistas avaliam que os mais de 180 mil pontos do Ibovespa refletem mais do que um ajuste pontual. A leitura predominante é de que há uma mudança gradual na alocação internacional de recursos, com maior busca por diversificação diante de incertezas institucionais em economias centrais.

Esse cenário tem beneficiado mercados emergentes, sobretudo aqueles com fundamentos fiscais e monetários mais previsíveis. A combinação entre dólar mais fraco no exterior e commodities valorizadas reforça o interesse por ativos brasileiros.

Inflação doméstica sustenta apostas sobre juros

No ambiente interno, o IPCA-15 abaixo das expectativas reforçou a percepção de que o ciclo de aperto monetário está perto do fim. O dado reduziu prêmios na curva de juros e reacendeu o debate sobre o início do afrouxamento monetário ainda no primeiro semestre.

Embora a manutenção da Selic em 15% seja o cenário mais esperado na próxima decisão, analistas destacam que o tom da comunicação do Banco Central ganha relevância. A inflação mais comportada abre espaço para ajustes graduais na política monetária.

Ibovespa e a reação dos setores

O avanço do índice foi disseminado entre os setores. Petrobras acompanhou a valorização do petróleo no mercado internacional, enquanto Vale mostrou recuperação após sessões de ajuste. Bancos e empresas ligadas à economia doméstica também reagiram positivamente à queda dos juros futuros.

Na avaliação de analistas, o ambiente externo segue como fator de suporte adicional, diante da expectativa de que bancos centrais das principais economias avancem para um ciclo de juros mais baixos ao longo do ano. Esse contexto amplia o apetite por ativos de risco.

O Ibovespa, em mais de 180 mil pontos, consolida um cenário marcado por inflação mais baixa, fortalecimento das commodities e maior diversificação global de investimentos. A bolsa brasileira passa a operar em um novo patamar, com o foco agora voltado para os próximos sinais da política monetária e do fluxo externo.

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