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Taxa de desemprego no Brasil fecha 2025 no menor nível da série recente, segundo IBGE

Imagem ilustrativa com o nome emprego em inglês para ilustrar taxa de desemprego no Brasil segundo dados do IBGE
Segundo IBGE, a diminuição da taxa de desemprego decorreu, da absorção de mão de obra e não da saída de trabalhadores do mercado. (Foto: Ilustrativa)

A taxa de desemprego no Brasil encerrou o trimestre móvel de outubro a dezembro de 2025 em 5,1%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (30/01). O resultado confirma um fechamento de ano mais favorável no mercado de trabalho, com redução do número de desocupados e avanço da ocupação.

Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, de julho a setembro, o indicador recuou 0,5 ponto percentual. Em relação ao mesmo período de 2024, a queda foi de 1,1 ponto, consolidando uma trajetória de melhora ao longo do ano.

Taxa de desemprego no Brasil e a redução do contingente desocupado

A queda da taxa de desemprego no Brasil foi acompanhada por retração expressiva no número de pessoas sem trabalho. No trimestre encerrado em dezembro, o país contabilizou cerca de 5,5 milhões de desocupados, reforçando o patamar mais baixo da série recente.

Em termos comparativos, os dados do IBGE indicam:

  • Redução de 542 mil pessoas frente ao trimestre de julho a setembro;
  • Queda de 1,18 milhão na comparação anual.

Esse recuo na taxa de desemprego no Brasil ocorreu em um contexto de estabilidade da força de trabalho, estimada em 108,5 milhões de pessoas. O que, portanto, indica que a melhora decorreu principalmente da absorção de mão de obra, e não da saída de trabalhadores do mercado.

Ocupação avança e sustenta melhora do mercado de trabalho

O número de pessoas ocupadas chegou a 103 milhões no trimestre, com crescimento de 565 mil frente ao período anterior e aumento de 1,17 milhão em 12 meses. Além disso, o nível da ocupação alcançou 58,9% da população em idade de trabalhar, permanecendo em patamar elevado ao fim de 2025.

O avanço do emprego ocorreu de forma relativamente disseminada, com destaque para:

  • Emprego formal no setor privado, que somou 39,4 milhões de trabalhadores;
  • Trabalhadores por conta própria, que chegaram a 26,1 milhões;
  • Emprego no setor público, com 13 milhões de ocupados.

Esse conjunto contribuiu para reduzir a folga do mercado de trabalho no encerramento do ano. E, consequentemente, justificar queda na taxa de desemprego no Brasil.

Renda em alta reforça leitura do ciclo econômico

A melhora do emprego refletiu diretamente na renda. O rendimento médio real habitual alcançou R$ 3.613, com alta de 2,4% no trimestre e crescimento de 5,0% na comparação anual. Como consequência, a massa de rendimento real chegou a R$ 367,6 bilhões, acréscimo de R$ 22 bilhões em 12 meses.

Esse avanço da renda amplia a sustentação do consumo doméstico e ajuda a explicar a maior tração de setores ligados a serviços e comércio no fim de 2025. Ao mesmo tempo em que reduz o grau de ociosidade do mercado de trabalho.

Taxa de desemprego no Brasil e a leitura de fechamento

Ao encerrar 2025 em 5,1%, conforme apontado na PNAD Contínua, a taxa de desemprego no Brasil consolida um mercado de trabalho mais ajustado do que nos anos recentes. Portanto, a combinação de menor desocupação, ocupação elevada e renda em alta reposiciona o indicador como variável central na leitura do ciclo econômico.

Além disso, nesse patamar novos avanços passam a depender menos da simples absorção de mão de obra disponível e mais da capacidade de crescimento da atividade. Assim, a taxa de desemprego no Brasil deixa de sinalizar apenas melhora conjuntural e passa a impor condicionantes mais claros para o ritmo da economia à frente.

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