O ano de 2021 foi muito bom para o Bitcoin e as criptomoedas, levando em consideração o crescimento de 938% no número de investidores nesse mercado. O principal ativo bateu mais um recorde, chegando a mais de R$ 365 mil, conforme aponta uma pesquisa da Hashdex, uma gestora de criptomoedas.
Além disso, o mercado conta com mais de dez mil criptomoedas e tokens no mundo todo, atingindo cada dia mais novos usuários e investidores. A perspectiva para o próximo ano é muito animadora e, se depender do mercado brasileiro, as criptomoedas vão continuar sendo as “queridinhas” dos investidores. Segundo pesquisa realizada pela Crypto.com, 59% dos brasileiros pretendem comprar criptomoedas pela primeira vez em 2022 e 37% desejam possuir um NFT (token não fungível).
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Para Ricardo Dantas, CO-CEO da Foxbit, corretora brasileira de Bitcoin e outras criptomoedas, o mercado está entrando em uma fase nova de entendimento e aceitação que as criptomoedas vieram para ficar. Ele explica que os países estão se preparando para regulações das criptomoedas, fato que vai momentar o mercado externo. “Aqui no Brasil, a criação das moedas digitais pelo Banco Central e a popularização das criptomoedas são novidades para se ficar de olho em 2022”.
Para Dantas, o Bitcoin deve sempre ser pensado como uma defesa anti inflação. “No longo prazo ele tende a subir, mas o mercado já mostrou que tem muita volatilidade no caminho. Acredito ainda que pode apresentar um valor mais alto em 2022, porém historicamente, existem grandes correções para este período pós-halving. Além disso, vejo além do Bitcoin, as criptomoedas Ethereum, Solana, AVAX e DOT para ficar de olho no ano que vem”, finaliza o CO-CEO.
Segundo Rafael Izidoro, CEO da Rispar, empresa de suporte financeiro baseada em criptomoedas, esse mercado será promissor em 2022. “Com o mercado de alta que vivemos em 2021 e a forte adoção pela população geral, grandes players institucionais e até Estados, a perspectiva é de ainda maior popularização do Bitcoin como reserva de valor, e quem sabe o tão esperado marco de US$100.000 (R$573.830)”.



