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Home Equity é opção atrativa para MEIs

(Foto: Karolina Grabowska/Pexels)

De acordo com um levantamento realizado pelo DataHub, o número de Microempreendedores Individuais (MEI) vem aumentando consideravelmente nos últimos anos. Comparando 2019 e 2020, o crescimento foi de 14%; e já em 2021, essa quantidade foi para 34% quando comparada ao ano anterior, totalizando mais de 2,285 milhões de novas microempresas.

Esse salto vem gerando uma alta demanda das instituições financeiras, que têm buscado opções viáveis para que os MEIs tenham acesso ao crédito. “Diante de tantas opções disponíveis, o MEI precisa observar quais são os empréstimos que mais se enquadram nas necessidades individuais. Entre elas, vale a pena dar uma conferida em empréstimo com garantia de imóveis”, aconselha Ana Laura Colombi, head da área de Middle da Crediblue.

O empréstimo com garantia de imóvel da Crediblue, fintech goiana que oferece soluções digitais para a oferta de créditos por instituições financeiras, possui taxas de juros a partir de 1,20% ao mês + IPCA. O interessado pode usar a própria casa ou apartamento e lotes para o empréstimo. O cliente tem até 120 meses para pagar. Além disso, será possível contar com uma consultoria financeira personalizada durante a jornada sobre o contrato.

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Segundo Colombi, para dar entrada no procedimento é necessário enviar documentação básica (documentos pessoais, renda e imóvel). “A modalidade de home equity é uma das preferidas dos nossos parceiros quando fazem indicação aos clientes desse segmento, devido às taxas mais atrativas e flexibilidade na aprovação da operação”, afirma.

O que é home equity?

O termo Home Equity deriva do inglês e diz respeito a uma modalidade de crédito que utiliza um imóvel como garantia de pagamento. Na tradução, home quer dizer casa ou propriedade, enquanto equity está relacionado com capital. “Ou seja, é utilizar um patrimônio imobiliário para conseguir um empréstimo em dinheiro”, explica a especialista da Crediblue.

Colombi entende que o cenário imobiliário de hoje está em alta devido às taxas de juros dos financiamentos imobiliários estarem abaixo da média nas últimas décadas. “Hoje temos novos índices para correção do crédito imobiliário, como a Poupança, IPCA, Taxa Fixa, dentre outras, que integram os principais motivos para este crescimento”, indica.

Frente a tantas possibilidades, o microempreendedor pode ficar confuso e escolher opções que o farão perder dinheiro no processo. Diante disso, Colombi reforça que é preciso estar atento aos detalhes para garantir o melhor negócio e alcançar uma melhor avaliação na operação para os clientes.

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