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Autoridades dos EUA foram à Venezuela para negociar afastamento de Putin

Venezuela: De quem é o ouro? Do Maduro ou Guaidó?

Políticos republicanos e democratas enxergam em Maduro um possível fornecedor para substituir os russos no mercado de petróleo mundial.

Altos funcionários do governo dos EUA pousaram na capital da Venezuela, Caracas, no sábado (5), para conversar com o governo de Nicolás Maduro sobre uma forma de afastar o país sul-americano de seus apoiadores russos. Os negociadores da Casa Branca e do Departamento de Estado americano se encontraram com representantes de Maduro no que foi o primeiro encontro desse tipo após anos de distanciamento, diz reportagem do The Guardian.

A mesma matéria, através de fontes anônimas dos EUA, diz que o New York Times afirmou que o governo Biden autorizou a operação motivado pela preocupação de que os aliados latino-americanos da Rússia, que incluem os regimes autoritários de Cuba, Nicarágua e Venezuela, pudessem se tornar “ameaças à segurança” se o confronto geopolítico com Putin aumentasse. Outros especularam que os EUA viam o petróleo venezuelano como um substituto potencial para as importações russas caso aplicassem mais sanções a Moscou como resultado da invasão da Ucrânia por Putin.

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A Venezuela tem a maior reserva de petróleo do mundo e sua produção está crescendo atualmente, apesar das sanções dos EUA impostas no auge da tentativa de derrubar Maduro em 2019.

A informação é que nenhum acordo foi celebrado na primeira rodada da negociação. No entanto, especialistas acreditam que o presidente Biden pode sinalizar uma mudança na política dos EUA em relação aos venezuelanos que estão mergulhados em uma crise humanitária e política desde que Maduro assumiu o poder em 2013.

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