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Hackers provocam pandemônio digital em meio à guerra da Rússia na Ucrânia

Na quinta-feira (3), um grupo de hackers atacou o site do Instituto de Pesquisa Espacial Russo (IPER) e vazou arquivos da Roscosmos, a agência espacial russa. Os ativistas ainda deixaram uma mensagem: “Deixe a Ucrânia em paz, senão o Anonymous vai te foder ainda mais.” Um outro ataque atingiu o “domínio de alto nível” .ru da Rússia, com o objetivo de basicamente cortar o acesso à todas as URLs que terminam em .ru. Estes são apenas uns dos incidentes em uma onda de hacktivismo em apoio à Ucrânia.

Apoios

Neste final de semana, centenas de protestos contra a guerra da Rússia com a Ucrânia foram realizados em todo o mundo, inclusive em 48 cidades russas.

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A comunidade global já arrecadou milhões de dólares para a Ucrânia por meio de doações de criptomoedas e diversas grande empresas anunciaram a suspensão temporária ou permanentemente de suas operações no mercado russo, como: Sansumg, Exxon, Boeing, Airbus, Embraer, Airbnb, Diageo, American Express, Visa, Mastercard, Spotify, NIke, Adidas, Renault, Volvo, Harley Davidson, GM, Jaguar Land Rover, Toyota, Fundo Soberano da Noruega, Oracle, Sony, Warner, Netflix, Disney, Twitter, Microsoft, UPS, FedEx, DHL Paypal, Facebook, Google, Shell, Zara e a Apple.

Isso significa que a economia russa corre rapidamente para a falência e a maioria população russa, até os bilionários oligarcas, já demonstram que não apoiam o embate contra o país vizinho.

Em meio ao caos, os hacktivistas estão se organizando em mais grupos pelo mundo na tentativa de fazer uma declaração para promover a causa pela paz e fim da guerra.

Ataque Digital

Essa é a primeira guerra com o poder do ataque digital e os hackers formam um verdadeiro exército que atacam em silêncio e que podem causar muitos estragos no curto prazo.

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