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Empresa de financiamento digital de veículos e pretende atingir R$ 800 milhões em demanda por crédito até dezembro

(Foto: Artishmie Robbins/Pexels)

Recalcular a rota é uma atividade comum na rotina das startups, que buscam se adaptar com agilidade às oportunidades do mercado. Foi exatamente essa mentalidade que fez a startup Dryve ir da compra e venda digital de carros usados para o financiamento de automóveis 100% online em todo o território nacional, tornando-se pioneira no segmento. Nesta mudança, o grande diferencial da fintech é proporcionar aos consumidores uma experiência multibancos ou “Marketplace” de crédito. Ou seja, apresentar uma ampla parceria com as instituições financeiras, que ao invés de ter apenas uma ou duas opções, como normalmente acontece, conta com mais de dez parceiras bancárias.

“O resultado é um aumento de chances de ter um financiamento aprovado, já que o consumidor não precisa depender de relacionamento com um número restrito de bancos ou apenas com as opções das concessionárias”, diz Daniel Abbud, fundador e CEO da Dryve. Ao todo, foram recebidas em torno de oito mil propostas de financiamento por mês no último semestre, totalizando uma demanda por crédito mensal de mais de R$ 240 milhões. Em média, as operações duram menos de 24 horas.

Atualmente, o foco está no consumidor final, mas a empresa tem em andamento uma divisão que atende concessionárias com demandas recusadas, recuperando até 15% delas. A transformação no modelo de negócios que acontece agora deu-se a partir de percepções de demanda do mercado e de clientes internos. “O financiamento é a principal forma de compra, visto que pelo carro ser um bem de alto valor, quase sempre é necessário complementar o investimento. Aqui, podemos dizer também que a demanda se mostrou crescente mesmo com os últimos aumentos da Selic, pois estamos em um momento de ganhar participação de mercado”, explica o CEO.

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Em paralelo, o executivo também enxergou uma mudança de padrão nas demandas dos clientes, que estavam preferindo o serviço que disponibilizava essa modalidade de crédito. “O que era apenas um braço na empresa acabou se mostrando forte o suficiente para virar o nosso core business”, pontua Abbud.

Premiação

Para fechar negócio com a Dryve, o consumidor pode escolher um agente dentre os mais de 5.500 espalhados nos mais de 800 municípios em todo o território nacional. Em números, os agentes autorizados da plataforma são autônomos, como o modelo de atuação nas grandes corretoras de investimentos, e remunerados com 1,5% do valor financiado, mas essa comissão pode chegar a 2,5% dependendo do volume de crédito processado ao longo do mês. Além disso, a empresa investe em um programa de engajamento no qual concede uma estrela a cada R$ 100 mil financiamentos realizados pelo profissional. Ao completar 48 estrelas, ele ganha um carro zero km.

Escala

Para 2022, a startup pretende escalar a quantidade de bancos parceiros e agentes, que atualmente apresenta uma base de 5.500 mil profissionais. Mas a pretensão é chegar em dezembro com 15 mil representantes. “A ideia é atingir um patamar de R$ 500 milhões a R$ 800 milhões em propostas processadas junto às instituições parceiras”, revela o executivo.  

Venture Debt

Para alcançar todos esses resultados, a startup conta desde o início de sua trajetória com um quadro de acionistas e investidores com vasta experiência no setor financeiro e bancário do país e, recentemente, fez uma operação de venture debt junto ao Itaú BBA para financiar a operação e o desenvolvimento de novos produtos.

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