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Turismo: A cada R$ 1 investido pela indústria de cruzeiros, R$ 3,23 retornam para a economia brasileira

(Foto: Pexels)

Durante o 4° Fórum Clia Brasil, realizado pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, representantes de empresas do setor, de agências reguladoras e outros players do mercado discutem tendências, o impacto do segmento na economia, regulação e desafios do futuro.

O ministro do Turismo, Carlos Brito, participou da abertura do encontro e reforçou a confiança da Pasta no segmento, em especial para a próxima temporada, que deve ser a maior da última década.

O ministro apontou que o setor de cruzeiros muda a realidade das cidades que recebem as embarcações, tendo em vista a movimentação de turistas no comércio local, nos restaurantes e no artesanato, entre outros.

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Já Marco Ferraz, presidente da Clia Brasil, ressaltou que, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a última temporada de cruzeiros registrou 141,8 mil passageiros transportados, a geração de 22 mil empregos e a movimentação econômica de R$ 1,5 bilhão, apesar de uma pausa de dois meses nas viagens. Marco Ferraz acrescentou que, de cada R$ 1 investido no setor, R$ 3,23 retornam à economia, ou seja, três vezes mais.

Próxima temporada

A temporada de cruzeiros 2022/2023 no Brasil, prevista para ser a maior dos últimos 10 anos, teve a confirmação de mais uma embarcação de cabotagem e ampliou o número de leitos ofertados para 780 mil – alta de 47% na comparação com os 530 mil disponibilizados em 2019/2020.

Com isso, o setor tem a expectativa de criar 44 mil empregos no país de forma direta, indireta e induzida, além de gerar um impacto de R$ 3,8 bilhões na economia nacional, motivado por gastos de armadoras, cruzeiristas e tripulantes nas cidades portuárias de embarque/desembarque e visitadas.

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