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Preço do combustível e tributo estão na mira do setor

Foto: Reprodução

A Associação Internacional de Transportes Aéreos colocou a necessidade de reduzir a carga tributária sobre o querosene de aviação (QAV) como prioridade. De acordo com Peter Cerdá, esse é um problema no âmbito estadual. “Precisamos retirar a taxação sobre o combustível principalmente nas viagens internas. São impedimentos que tornam os voos mais caros para o brasileiro, especialmente em viagens domésticas. Os governos têm de entender que a aviação é um modal de transporte público”, disse.

O PIS, o Cofins e a Cide estão zerados para combustível de aviação até o fim do ano, segundo o secretário Nacional da Secretaria de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann. “Estamos trabalhando para continuar com esses impostos zerados até 2023, talvez 2024?.” Ele acrescentou que, apesar da redução do teto do ICMS para combustíveis, o QAV brasileiro continua sendo um dos mais caros do mundo.

“Existe um trabalho sendo feito na cadeia produtiva do combustível. O setor é muito concentrado nas mãos da Petrobras, o único grande refinador no Brasil ainda é a empresa”, disse o secretário. “No mercado brasileiro, temos basicamente três distribuidores (de QAV), mas outras empresas querem entrar e nós queremos fomentar isso, porque com competição conseguimos abaixar preços”, finalizou Glanzmann.

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As informações são da Agência Estado

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