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Setor aéreo planeja aposentar passaporte de papel e criar um digital

Autorização eletrônica de viagem para menores.
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O passaporte de papel está prestes a se tornar coisa do passado, planejam as entidades que controlam as regras do setor aéreo global. O setor aéreo está buscando formas de digitalizar a identificação dos viajantes para ganhar tempo nos aeroportos, reduzir custos e aumentar a segurança.

Atualmente, cada país emite seu próprio passaporte em papel, que possui um chip para facilitar a leitura por máquinas. Na maioria das vezes, os agentes de fronteira ainda checam o documento manualmente. A ideia é que essas informações, em vez de serem registradas em papel timbrado, sejam salvadas em formato digital.

Desta forma, o usuário poderá enviar suas informações e obter autorização para viajar antes mesmo de sair de casa, assim como já acontece com o check-in.

A Iata (Associação das Empresas de Transporte Aéreo) e a Icao (Organização Internacional da Aviação Civil) estão trabalhando juntas para definir as regras dos voos internacionais e padronizar os procedimentos.

O projeto, liderado pela Iata e Icao para modificar o atual passaporte, é chamado de One ID. Ele prevê a criação de um único modelo de arquivo digital capaz de armazenar a identificação dos passageiros e que possa ser lido por todos os países.

Além dos dados de identidade, o arquivo digital incluiria vistos, vacinas tomadas e dados biométricos dos viajantes.

O passaporte pode funcionar como um cartão virtual de aproximação, salvo em carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay: quando o viajante precisar apresentar seus dados, ele liberaria o acesso, por meio de uma senha, em seu próprio aparelho para um agente de fronteira.

No entanto, a transição pode ir ainda mais longe: em vez de apresentar um código de barras ou cartão virtual, o próprio rosto do passageiro se tornaria o cartão de embarque e o passaporte.

Nesta nova abordagem, cada viajante teria um passaporte virtual. Antes de realizar uma viagem, a pessoa enviaria suas informações para a empresa aérea e para as autoridades do país de destino. Este “pacote” incluiria dados biométricos, como suas digitais ou o formato do rosto.

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