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Governo português demite CEO e presidente da TAP por justa causa após acordo nulo com ex-administradora

Nesta segunda-feira (06/03), o ministro das Finanças, Fernando Medina, anunciou em coletiva de imprensa conjunta com o ministro da Infraestrutura, João Galamba, que a Inspeção-Geral de Finanças (IGF) declarou o acordo celebrado entre a TAP Air Portugal e a ex-administradora Alexandra Reis como nulo e que a devolução dos valores pagos indevidamente pela empresa à ex-gestora deverão ser ressarcidos aos cofres da companhia.

Alexandra Reis recebeu € 500 mil de compensação, porém, segundo a inspeção, terá que devolver € 450 mil, que é a parte que foi considerada atribuída de forma ilegal. Conforme publicado pelo portal Público Notícias, a decisão da IGF tem implicações diretas nos gestores da TAP, uma vez que a demissão da presidente-executiva (CEO), Christine Ourmières-Widener, e do presidente da administração (chairman), Manuel Beja, ambos escolhidos pelo governo, foi tomada por justa causa, o que significa que eles não terão direito a receber indenizações.

O ministro Medina afirmou que era essencial virar a página, reconhecendo os méritos da atual gestão na implementação do plano de reestruturação, mas destacou que o caso Alexandra Reis marcou negativamente a empresa e que era necessário recuperar a relação de confiança da TAP com o país e com os portugueses. O plano de reestruturação, que envolve a privatização de parte do capital, é considerado fundamental para a companhia.

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O novo CEO, Luís Rodrigues, de 58 anos, já foi administrador executivo da holding TAP SGPS e da TAP SA, com a área do negócio da aviação, entre 2009 e 2014. Antes disso, ocupou cargos de diretor de marketing na PT Comunicações e diretor de marketing e novas tecnologias da Media Capital, empresa dona da TVI.

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