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Crise nos bancos SVB e Signature Bank pode afetar decisões dos bancos centrais sobre taxas de juros

Foto: Reprodução

A queda do SVB e do Signature Bank pode ter efeitos imediatos nas decisões dos bancos centrais sobre as taxas de juros. Dependendo do tamanho da contaminação da crise sobre o sistema financeiro americano, o Fed (BC americano) pode optar por não subir juros na reunião da próxima semana, segundo análises do mercado de juros futuros e do Goldman Sachs.

A crise do banco das startups, que foi responsável por desencadear o processo de aperto monetário, pode levar o Fed a entrar em modo contenção de danos e manter as taxas paradas na próxima reunião para evitar uma quebradeira generalizada em bancos menores. Essa medida pode contribuir para acalmar os investidores.

Nesta segunda-feira, as ações do First Republic Bank, outro banco do Vale do Silício, despencaram 60%, mesmo após a instituição ter garantido aos clientes que estava com a liquidez em dia depois de conseguir financiamentos com o Fed e o JPMorgan.

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Os contratos de juros futuros brasileiros também fecharam em forte queda, sinalizando que o mercado espera por um corte antecipado na Selic, se o Fed parar de subir os juros. Esse seria mais um argumento para a queda da Selic no Brasil, onde os reflexos do aperto monetário também aparecem na crise das varejistas que tentam renegociar suas dívidas.

O presidente americano Joe Biden reforçou que o sistema bancário do país é seguro e que os clientes do SVB receberão seu dinheiro, que não será pago pelo contribuinte americano, mas pelos bancos. Enquanto isso, o HSBC comprou a filial britânica do banco falido por uma libra esterlina (R$ 6,35).

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