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Além da inflação, Argentina sofre com escassez de dólares em suas reservas e apela ao Brasil

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Como se não bastasse ter uma inflação girando em torno de 100%, outro problema enfrentado pela Argentina e o seu governo é a escassez de dólares em suas reservas.

Dados recentes do Banco Central da Argentina (BCRA, na sigla em espanhol) mostram que as reservas internacionais dos hermanos somam US$ 34 milhões (sim, milhões), de acordo com o número compilado até a última sexta-feira, 5.

A situação crítica do país comandado pelo presidente Alberto Fernandéz tem levado o Brasil a tomar as dores do desastre econômico enfrentado pelos portenhos por contas de decisões equivocadas tomadas pelos últimos governantes portenhos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cumpre missão no Japão, como convidado em encontro com representantes governamentais do setor de finanças e presidentes de bancos centrais que integram o G7, grupo dos países mais ricos do mundo (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá).

Porém, além de representar os interesses brasileiros, Haddad agiu como porta-voz do governo argentino e intercedeu junto a representantes dos Estados Unidos e do Fundo Monetário Internacional (FMI), para achar soluções que possam socorrer o país, atolado numa crise financeira.

“A Argentina é um país muito importante no mundo e particularmente na América do Sul. Se o Brasil e os Estados Unidos estiverem juntos nesse apoio, é possível pode facilitar muito as coisas”, disse Haddad, em conversa com jornalistas. “O presidente Lula virá na próxima semana com a mesma preocupação, eu estou antecipando aquilo que ele próprio, de viva-voz, vai trazer sobre Argentina”, acrescentou Haddad.

Segundo o ministro, a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen se comprometeu a analisar as considerações do Brasil sobre o apoio ao país sul-americano, através do FMI.

Um empecilho para a Argentina obter o auxílio é a má fama do país: atualmente, os hermanos tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o Fundo Monetário Internacional e são conhecidos por não honrar os seus compromissos.

Entenda

No último dia 2 de maio, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, esteve em Brasília para conversar com Lula. Na ocasião, o brasileiro prometeu articular junto ao Brics (bloco econômico integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e ao FMI para socorrer o país vizinho. Segundo Lula, é preciso fazer com que o FMI “tire a faca do pescoço da Argentina”.

Maiores parceiros comerciais do Brasil na América do Sul, os argentinos enfrentam uma nova crise na economia, com desvalorização do peso – a moeda local –, perda do poder de compra e altos índices inflacionários. Em março, a inflação no país vizinho chegou a 104% ao ano. Uma seca histórica também está afetando as safras de grãos da Argentina, aprofundando a crise econômica e colocando em risco as metas acordadas pelo país com o FMI no pagamento das dívidas.

Além da proximidade na fronteira e parceria comercial, Lula é aliado político de Alberto Fernandéz, com seus movimentos políticos fazendo parte do Foro de São Paulo.

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