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Confiança das micro e pequenas empresas recua após dois meses de alta

A confiança das micro e pequenas empresas caiu para 87,7 pontos em abril, após dois meses de alta. O Comércio foi o mais afetado, enquanto Serviços atingiu seu maior nível desde outubro de 2022. O presidente do Sebrae, Décio Lima, observa que a confiança aguarda uma melhora econômica, e a redução da Selic pode estimular investimentos.

A confiança das micro e pequenas empresas registrou leve recuo em abril, após dois meses consecutivos de alta. O Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE) caiu 0,8 ponto, de 88,5 para 87,7 pontos, segundo a Sondagem Econômica da MPE, realizada mensalmente pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O recuo foi mais intenso no setor do Comércio. A confiança das micro e pequenas empresas do comércio caiu 3,8 pontos em abril, para 83,3 pontos, o menor nível desde janeiro de 2023, quando marcou 81,8 pontos. O varejo restrito respondeu pela maior contribuição negativa do índice no mês, refletindo maior cautela dos empreendedores diante do cenário econômico.

No setor de Serviços, a confiança das micro e pequenas empresas manteve relativa estabilidade. O índice avançou 0,3 ponto em abril, para 89,7 pontos, alcançando o maior nível desde outubro de 2022. Entre os segmentos, serviços às famílias apresentaram alta, enquanto serviços profissionais e outros serviços ficaram estáveis. Já os segmentos de informação e comunicação, além de transporte, registraram queda.

Na Indústria de Transformação, o indicador também recuou. A confiança das micro e pequenas empresas industriais caiu 1,6 ponto em abril, para 86,7 pontos. O desempenho negativo foi puxado pelos segmentos de metalurgia e produtos de metal. Em contrapartida, alimentos, refino e produtos químicos, além de vestuário, apresentaram avanço no período.

Em nota, o presidente do Sebrae, Décio Lima, avaliou que a confiança das micro e pequenas empresas segue em compasso de espera por uma melhora do ambiente econômico. Segundo ele, uma eventual redução da taxa Selic, hoje em 13,75%, poderia aliviar o acesso ao crédito e estimular decisões de investimento e contratação, já que os pequenos negócios permanecem como os principais geradores de empregos no país.

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