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Árabia Saudita negocia entrada no banco dos BRICS

A Árabia Saudita está em negociações para se tornar membro do banco dos BRICS, um bloco que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Essa adesão não apenas ampliaria as opções de financiamento para o reino, mas também fortaleceria os laços com os BRICS em um momento em que a Rússia enfrenta sanções econômicas. Com o banco, que tem sede em Xangai e é liderado pela ex-presidente Dilma Rousseff, os BRICS buscam desafiar o domínio do dólar e do G7. Descubra como essa mudança pode impactar a economia global e as relações internacionais!
Bandeiras dos países do Brics e parceiros reunidas durante evento que discute criação de alternativa ao FMI
Países do Brics e de novos membros alinhadas em reunião que propõe alternativas economicas. (Foto: Reprodução/Brics)
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A Árabia Saudita, país localizado no Oriente Médio do continente asiático, está dialogando para futuramente ser admitida no banco do BRICS, cujo bloco é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De acordo com o jornal Financial Times a entrada dos sauditas não só seria uma forma de aumentar a capacidade de financiamento para o país, como também estreitaria os laços entre os BRICS e a própria instituição.

“No Oriente Médio, atribuímos grande importância ao reino da Arábia Saudita e atualmente estamos engajados em um diálogo qualificado com eles”, disse o Novo Banco do Desenvolvimento (nome oficial do Banco dos Brics), ao FT.

A Árabia Saudita tem como principal fonte de riqueza, o petróleo. O país é o segundo maior produtor do mundo. A adesão saudita ao banco vai ao encontro dos interesses da Rússia, um dos integrantes dos BRICS e que enfrenta neste momento, sanções econômicas impostas pelos países do mundo ocidental liderados pelos Estados Unidos e a União Europeia.

De acordo com o portal de notícias russo “Sputnik” o crescimento da influência dos BRICS significa o fim da era do domínio dos EUA e do G7, grupo dos países mais ricos do mundo.

Antes, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, havia afirmado que os países do BRICS estavam acelerando a questão da mudança para acordos comerciais em moedas nacionais, ao invés da utilização do dólar, a moeda norte-americana.

Sobre o banco dos Brics

Com sede em Xangai, na China, o banco é atualmente comandado pela ex-presidente Dilma Rousseff. O NBD foi criado em 2015 pelos chamados Brics —Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — para dar apoio financeiro a projetos de infraestrutura e desenvolvimento nos países-membros e em outras economias emergentes.

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