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Brasil se destaca com a 4ª maior alta entre as principais economias no 1º trimestre

Brasil registra a 4ª maior alta entre as 50 maiores economias no primeiro trimestre: Com um crescimento de 1,9%, a economia brasileira se destacou como o quarto país com maior expansão entre as grandes economias globais que já divulgaram seus resultados para o início deste ano. O desempenho do PIB do Brasil só ficou atrás de Hong Kong (5,3%), Polônia (3,8%) e China (2,2%), e igualou-se à alta alcançada pela Tailândia.

Diferentemente desses países, exceto a China, que não apresentaram crescimento no último trimestre do ano passado, o Brasil registrou uma pequena contração de 0,1%, enquanto a Polônia e a Tailândia tiveram quedas ainda mais significativas, de 2,3% e 1,1%, respectivamente. Já Hong Kong se manteve estável em relação ao terceiro trimestre de 2022.

No primeiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,9% em comparação com os três meses anteriores. Essa informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e revela que o PIB totalizou R$ 2,6 trilhões. Além disso, em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 4%, acumulando um aumento de 3,3% nos últimos 12 meses.

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Com esses resultados positivos, a economia brasileira atinge seu maior patamar desde o início da série histórica em 1996, superando em 6,4% o nível pré-pandemia (último trimestre de 2019).

No que diz respeito aos setores, o crescimento registrado no primeiro trimestre foi impulsionado pela agropecuária, que teve um aumento de 21,6%. Esse resultado é explicado principalmente pelo crescimento na produção de soja, principal lavoura de grãos do país, responsável por 70% da safra no primeiro trimestre e com previsão de alcançar um recorde este ano.

Os serviços, que representam o principal setor da economia brasileira, também apresentaram crescimento no período, com destaque para as atividades de transporte e atividades financeiras, que tiveram uma alta de 1,2%.

Já a indústria registrou uma variação negativa de 0,1%, o que indica estabilidade, de acordo com o IBGE. Enquanto os bens de capital e os bens intermediários apresentaram queda, as indústrias extrativas tiveram um crescimento de 2,3% e as atividades relacionadas à eletricidade, água, gás, esgoto e gestão de resíduos subiram 1,7%.

A construção civil e a indústria de transformação, por outro lado, tiveram uma queda de 0,8% e 0,6%, respectivamente. A pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis, explica que esses setores foram impactados pelo aumento da taxa de juros em relação ao início do ano passado, uma vez que dependem bastante do crédito.

Em termos de demanda, o crescimento foi impulsionado principalmente pelo setor externo. As exportações de bens e serviços tiveram uma queda de 0,4%, mas as importações recuaram ainda mais, com uma queda de 7,1%.

O consumo das famílias teve um leve aumento de 0,2%, assim como o consumo do governo, que registrou uma alta de 0,3%. Já os investimentos, representados pela formação bruta de capital fixo, tiveram uma queda de 3,4% no período, influenciada pela política monetária que encarece o crédito.

Esses resultados positivos no primeiro trimestre refletem o bom desempenho da economia brasileira e sinalizam um caminho de recuperação após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

O empresário e ex-banqueiro Geldo Machado, presidente do Sinfac CE, PI, MA E RN (Sindicato Das Sociedades De Fomento Mercantil Factoring) e da Câmara Setorial do Mercado Financeiro da Fecomércio-CE, destaca a importância desses dados para o setor financeiro e mercantil do país. Segundo Machado, o crescimento do PIB brasileiro fortalece a confiança dos investidores e impulsiona a atividade econômica, especialmente no setor de factoring.

“Ressalto que o aumento no crescimento do setor agropecuário e nos serviços é promissor para nossa economia, indicando oportunidades de negócios e desenvolvimento. Como presidente, enfatizo a importância de políticas e medidas que incentivem a retomada do crescimento sustentável, visando a criação de empregos e a geração de renda”, disse o empresário com exclusividade ao Economic News Brasil.

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