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Inflação faz com que comemoração do Dia dos Namorados fique mais cara

(Foto de Andrea Piacquadio/Pexels)

Os casais que planejam celebrar o Dia dos Namorados devem se preparar para desembolsar mais dinheiro em 2023. É o que revela uma pesquisa realizada pelo economista Matheus Peçanha, pesquisador do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

De acordo com a análise, que utiliza dados do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), os preços de 30 itens associados ao Dia dos Namorados subiram em média 6% nos últimos 12 meses até maio. Essa variação representa quase o dobro da inflação geral medida pelo indicador, que foi de 3,02% no mesmo período.

O IPC-S é calculado pelo FGV Ibre em sete capitais brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador). A celebração do Dia dos Namorados ocorrerá na próxima segunda-feira (12) e a cesta com 30 itens relacionados à data é composta por oito serviços e 22 produtos.

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Ao analisar apenas os serviços, observa-se que a inflação acumulada até maio foi de 5,89%. Os oito serviços analisados apresentaram aumento de preços no período. A maior alta foi registrada nas tarifas de hospedagem em hotéis ou motéis (6,53%), seguida por restaurantes (6,27%), salões de beleza (6,19%) e cinemas (5,73%). Teatros (4,36%), academias de ginástica (4,18%), serviços de streaming (3,94%) e shows musicais (2,44%) completam a lista.

Quanto aos 22 produtos que compõem a cesta do Dia dos Namorados, a variação média dos preços foi de 6,07%. Nesse grupo, houve aumento de preços em 18 produtos e queda em quatro. Os maiores aumentos foram registrados nos valores de sabonetes (21,68%), bombons e chocolates (12,9%), livros (10,31%), artigos de maquiagem (9,76%), produtos para barba (9,37%) e perfumes (8,70%).

No entanto, quatro produtos relacionados à data apresentaram redução de preços: celulares (-2,17%), computadores e periféricos (-1,15%), bicicletas (-0,68%) e bijuterias (-0,25%).

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