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Embraer fecha vendas de US$ 2,1 bilhões em Paris

Imagem: Pixabay

Em uma sequência de três comunicados na manhã de terça-feira (20/06), a Embraer informou, diretamente da capital francesa, os detalhes dos negócios que fechou com três diferentes clientes, no valor total de US$ 2,1 bilhões.

Os acordos foram fechados com a Azorra, empresa do setor de leasing, que demandou 15 aeronaves, no valor somado de US$ 1,2 bilhão. A American Airlines encomendou sete jatos por US$ 403,4 milhões e a Binter vai desembolsar US$ 504,7 milhões por seis aeronaves.

A Embraer aproveitou o momento e publicou um quarto comunicado com projeções para os próximos 20 anos da aviação comercial. Segundo a fabricante brasileira, o tráfego mundial de passageiros deve crescer a um ritmo de 3,2% ao ano até 2042 e o nível pré-pandemia de 2019 deve ser retomado já no ano que vem.

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Nesse contexto, a Embraer prevê uma demanda do mercado global por 11 mil unidades de até 150 assentos ao longo das próximas duas décadas, sendo 8,79 mil jatos e 2,21 mil turboélices, uma estimativa que equivale a um total de US$ 650 bilhões em valor de venda.

As maiores taxas de crescimento anual serão vistas na região da Ásia e do Pacífico, com ritmo de 4,4%, e na América Latina, a 4,1%. A África deve ter avanço de 3,7% ao ano e o Oriente Médio, 3,2%. A América do Norte e a Europa terão as expansões mais lentas, a 2,2% e 2%, respectivamente.

A empresa também destacou que as tendências de trabalho remoto devem impulsionar os serviços aéreos e que a regionalização das empresas e das cadeias de suprimento alterarão a forma como os bens e as pessoas circulam. Além disso, a Embraer entende que há uma busca pela sustentabilidade no mercado que afetará a demanda, bem como o custo com novos combustíveis e tecnologias.

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