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On: De startup à gigante bilionária dos calçados

Foto: divulgação

Desde sua criação em 2010, a On surpreendeu o mercado ao evoluir de uma startup para uma empresa pública avaliada em impressionantes US$ 10 bilhões. Isso foi possível graças à sua capacidade de proporcionar tecnologia de ponta em tênis, atendendo a atletas, entusiastas de maratonas, profissionais de tecnologia e indivíduos em suas rotinas diárias.

Com o tenista Roger Federer como investidor, a empresa não apenas ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em vendas no ano passado, como também elevou suas projeções para 2023, almejando a impressionante cifra de US$ 2 bilhões.

Os passos dados no mundo do tênis refletem a ambição da On em se tornar uma marca global de vestuário esportivo, capaz de competir de igual para igual com gigantes como Nike, que registrou uma receita de U$S 46,7 bilhões em 2022, e Adidas, com US$ 23,7 bilhões em receita no ano passado.

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Desde o princípio, a On concentrou seus esforços no movimento específico da corrida, contando, inclusive, com a admiração de Roger Federer por seus tênis de corrida antes mesmo de se tornar um parceiro da empresa.

No entanto, os elementos de design que conferem aos tênis On sua identidade única, como as almofadas de espuma na sola, não forneciam a estabilidade lateral necessária para os movimentos de 360 graus exigidos no tênis.

Diante desse desafio, a empresa embarcou em uma estreita colaboração com Federer durante a pandemia para desenvolver do zero um modelo voltado para o tênis profissional, que fez sua estreia em 2021. Embora o estilo não tenha sido amplamente comercializado até o início de 2023, a On optou por não divulgar seus números de vendas.

Com expectativas otimistas, a On projeta um crescimento de 44% em sua receita este ano, com o segmento de vendas diretas ao consumidor superando o atacado, o que indica uma demanda vigorosa por parte dos clientes.

Após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, as ações da empresa sofreram uma queda de 13%, atingindo cerca de US$ 30 por ação, levantando preocupações de que os lucros poderiam estar desacelerando em trimestres consecutivos.

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