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Riscos na cadeia de suprimentos para empresas de saúde

Foto: Sasin Tipchai/ Pixabay

No setor de saúde, a cadeia de suprimentos emergiu como o quinto maior risco de negócio. A informação é da consultoria EY com a participação de 15 empresas, incluindo hospitais, operadoras de saúde, laboratórios de diagnósticos e farmacêuticas. À frente desse risco estão a dinâmica de mercado, falhas no ciclo de receitas, conformidade com ESG e adequação à LGPD, bem como a vulnerabilidade a ataques cibernéticos.

Os desafios na cadeia de suprimentos incluem a possibilidade de ruptura no abastecimento e a eficiência das operações logísticas, com 40% das empresas participantes considerando a materialização desse risco possível. Além disso, 47% preveem um impacto alto ou crítico caso esse risco se concretize.

As empresas farmacêuticas enfrentam riscos específicos, como previsão de demanda de consumo, ineficiência na distribuição, dependência de fornecedores importados e desafios ESG ao longo da cadeia. A gestão inadequada do retorno de produtos após uso ou descarte também é um ponto crítico.

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Enquanto isso, hospitais, laboratórios de diagnóstico e operadoras de saúde precisam lidar com a ruptura nos estoques, particularmente no caso de medicamentos emergenciais. Um dos gargalos é a descentralização de decisões sobre o uso de materiais e equipamentos, envolvendo várias partes.

Adicionalmente, a falta de controle digital na movimentação de materiais dentro e entre os locais afeta a precisão do inventário e a visibilidade do estoque.

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