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Com juros em baixa, investidores recomendam renda fixa

A turbulência no setor imobiliário da China abalou os mercados mundiais e prejudicou as perspectivas para a segunda maior economia do mundo.
Foto: Pexels

Em um movimento de otimização de portfólio, investidores estão reavaliando suas opções na renda fixa à medida que os juros no Brasil seguem em tendência de queda. Corretoras e casas de análise financeira estão recomendando não apenas o retorno à bolsa de valores, mas também uma reavaliação dos investimentos dentro da própria renda fixa.

A estratégia em destaque envolve aumentar a alocação em títulos prefixados, como os oferecidos pelo Tesouro Direto, CDBs, LCAs e LCIs, em detrimento dos tradicionais títulos pós-fixados. Os títulos prefixados oferecem uma taxa de remuneração fixa que não varia até o vencimento, tornando-se mais atrativos quando os juros estão em declínio.

A ideia dos investidores é aproveitar o momento para adquirir títulos com taxas ainda elevadas e “travá-las” antes que continuem a diminuir. Por outro lado, os títulos pós-fixados, geralmente vinculados à taxa Selic ou CDI, tendem a oferecer rendimentos menores à medida que essas taxas caem, tornando-se menos atrativos do que nos anos anteriores, quando a taxa Selic estava acima de 13% ao ano.

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Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, destacou a mudança de estratégia: “No ano passado, para investimentos de curto prazo de até dois anos, recomendávamos títulos pós-fixados devido à falta de volatilidade e aos altos rendimentos. Nos últimos meses, estamos priorizando os títulos prefixados.”

No mercado atual, é possível encontrar opções de LCAs e LCIs prefixadas, isentas de Imposto de Renda sobre os rendimentos, oferecendo taxas de até 9%. Isso equivale a CDBs ou títulos públicos (que pagam IR) com rendimentos de 11,5%.

A taxa Selic, atualmente em 12,75% após a segunda redução consecutiva promovida pelo Banco Central, é esperada para chegar a 9% até o final do próximo ano, de acordo com o Boletim Focus dos economistas.

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