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Energytechs impulsionam mercado de energia em 2024

Investimentos em energytechs na América Latina crescem, impulsionando mercado de energia e transição energética em 2024.
Energytechs impulsionam mercado de energia em 2024
(Foto: Nicholas Doherty/Unsplash)
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Em 2024, o setor de energia, especialmente as energytechs, se destaca como tendência de investimento. Um relatório da Beta-i Brasil, que analisou 541 empresas, revela um aumento de 33% em investimentos na região, saltando de US$ 614,5 milhões em 2021 para US$ 817,3 milhões em 2022. Este crescimento inclui fusões e aquisições.

Renata Ramalhosa, CEO da Beta-i Brasil, em entrevista à Valor Econômico, enfatiza a concentração em soluções renováveis, com 12% das empresas atuando nessa área. Ela destaca o potencial do hidrogênio verde. No cenário político, pautas relacionadas à energia renovável vêm avançando significativamente. Um exemplo é a política de offshore, aprovada pela Câmara em novembro.

Richard Zeiger, da MSW Capital, em entrevista à Exame, ressalta as oportunidades no venture capital, especialmente em energytechs, devido à transição energética e conscientização ambiental. A MSW Capital já investiu em startups alinhadas a este cenário em 2023.

Em 2022, as startups de energia receberam R$ 1,35 bilhão em investimentos. Em entrevista ao portal epbr, Natalie Sequerra, advogada especialista em M&A, destaca o interesse no setor de renováveis e a diversidade de operações envolvidas. Sequerra aponta que, no primeiro trimestre deste ano, as startups de energia arrecadaram R$ 327 milhões dos R$ 24,4 bilhões em transações de M&A. Enquanto outros segmentos esfriam, o setor de energia e a transição energética ganham destaque. Ela observa que o Brasil tem uma posição estratégica, com potencial para se tornar um exportador de hidrogênio verde e liderar no mercado de carbono.

Mercado livre de energia

Outro aspecto relevante é a regularização do mercado livre de energia. A partir de 1º de janeiro de 2024, todos os consumidores de alta tensão poderão migrar para este mercado. Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia, explicou à Folha de Pernambuco as vantagens desta migração, incluindo economia de até 40% na conta de luz. Gigantes como Vivo e Auren também se uniram para investir no mercado livre de energia.

 

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