CNI: Nova Indústria Brasil segue molde das principais economias globais

CNI NOVA INDÚSTRIA BRASIL
(Foto: Divulgação/CNI).

A Nova Indústria Brasil, lançada recentemente, apresenta um plano para revitalizar a indústria nacional. De acordo com Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), essa política é essencial para o desenvolvimento do país.

“O Brasil, enfim, tem uma política industrial necessária, adequada e viável. Ser contra uma política industrial
moderna é ser contra o desenvolvimento do país. Temos, juntos, o compromisso de manter o rumo e
propiciar os ajustes que venham a ser necessários”, diz Alban.

O plano da Nova Indústria Brasil é composto por um conjunto de programas e medidas destinadas a enfrentar os desafios atuais da indústria. Com financiamentos que totalizam R$ 300 bilhões até 2026, o plano visa impulsionar a modernização industrial, fomentar a inovação e aumentar a competitividade do Brasil no cenário global.

Investimento estratégico

Alban destaca que a iniciativa busca aumentar a produtividade, digitalizar e descarbonizar os processos produtivos, expandir as exportações e melhorar a qualificação profissional. Essas metas são vitais para o crescimento econômico e social do Brasil, colocando-o em par com as maiores economias do mundo.

“O Brasil é a potência agroindustrial que é porque compreendeu, como política de Estado, que investir em
inovação e tecnologia são o caminho para promover o desenvolvimento de um setor econômico. Essa nova
política vai nesse mesmo sentido, mas com o foco na indústria, de forma transversal. Induzir investimentos
em sustentabilidade, produtividade e no fortalecimento de cadeias produtivas no país significa promover
crescimento econômico e desenvolvimento social para os brasileiros”, diz o presidente da CNI.

Comparação internacional

A CNI compara o projeto com políticas industriais de grandes economias, como Estados Unidos e União Europeia e afirma que o Brasil segue uma tendência global. Estes países destinaram trilhões de dólares para suas políticas industriais, com foco na sustentabilidade e inovação.

Além disso, o presidente da CNI declara que é necessário deixar de lado discussões ideológicas e unir forças para melhorar o desenvolvimento do país.

“Vamos juntar os esforços e buscar contribuir para que a indústria no Brasil aproveite a janela de
oportunidades que as novas demandas mundiais, incluindo a geopolítica, estão nos oferecendo. Jamais na
recente história contemporânea da civilização, se pôde conceber uma economia forte e sustentável, sem
uma indústria de igual quilate. Não se trata de ideologias políticas, mas sim, de uma real urgência de
transformarmos nossa realidade industrial, assim como as demais nações estão fazendo”, conclui.

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