Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Parecer da AGU sobre o caso Braskem é apresentado ao STF

A AGU encaminhou parecer ao STF sobre a contestação do acordo Braskem pelo governo de Alagoas.
agu stf caso braskem
Por conta do afundamento do solo, imóveis desabaram; outros tiveram que ser desocupados e demolidos (Foto: Divulgação/Prefeitura de Maceió).
Getting your Trinity Audio player ready...

A Advocacia-Geral da União (AGU) remeteu ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer nesta quinta-feira (11) relacionado à ação que o governo de Alagoas apresentou contra o acordo estabelecido entre a mineradora Braskem e a prefeitura de Maceió. O acordo em questão, que envolve o pagamento de R$ 1,7 bilhão pela Braskem para compensar os danos causados pela extração de sal-gema, foi contestado pelo governo alagoano quanto à sua legalidade.

O parecer da AGU sugere a rejeição da ação baseando-se em aspectos processuais. No entanto, ressalva a importância de assegurar que entidades e indivíduos prejudicados pelo desastre ambiental, e que não foram parte do acordo, tenham o direito de buscar reparação na Justiça. Este ponto busca garantir que as vítimas ainda possam ter seus direitos considerados e respeitados.

Ademais, a AGU argumenta que a Braskem não deve beneficiar-se financeiramente dos imóveis afetados pelo desastre, os quais foram transferidos por meio do acordo. O texto da AGU enfatiza que “não houve quitação ampla, geral ou irrestrita dos danos provocados pela Braskem”, assegurando que a empresa não tem o direito de explorar lucrativamente os imóveis danificados.

 

Por outro lado, o governo de Alagoas sustenta que o acordo em questão limita a completa reparação dos prejuízos sofridos pelos afetados pela extração de sal-gema. Além disso, o governo estadual levanta questões sobre cláusulas do acordo que permitem à Braskem tornar-se proprietária de terrenos na região impactada, continuando assim a exploração.

Os acordos questionados foram firmados pela Braskem ao longo de diversos momentos: em 2019, 2020 e 2022. Eles contaram com a participação de várias entidades, incluindo o Ministério Público Federal, Ministério Público de Alagoas, Defensoria Pública da União, Defensoria Pública de Alagoas e a própria prefeitura de Maceió.

A postura da AGU, ao propor a possibilidade de futuras reivindicações por partes prejudicadas que não estavam incluídas no acordo, introduz um importante mecanismo de justiça para os afetados pelo desastre ambiental. Enquanto o parecer foca em detalhes processuais para a rejeição da ação, ele também estabelece um precedente para que os danos e prejuízos possam ser abordados de forma mais abrangente, garantindo que todas as partes afetadas tenham a oportunidade de buscar reparação.

LinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New