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Dasa registra prejuízo no 1T24 e planeja aporte de R$ 1,5 bilhão

Aporte de R$ 1,5 bilhão vem da família Bueno, principal acionista.
Prejuízo da Dasa e aporte da família Bueno. (Imagem: Divulgação/Dasa)
Prejuízo da Dasa e aporte da família Bueno. (Imagem: Divulgação/Dasa)

A companhia de medicina diagnóstica Dasa (DASA3) reportou um prejuízo líquido de R$ 176 milhões no primeiro trimestre de 2024. Este valor representa uma piora de R$ 8 milhões em relação ao mesmo período de 2023. Nesse sentido, a receita líquida da companhia foi de R$ 3,7 bilhões, um aumento de 5%.

Crescimento do Ebitda e receita

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) alcançou R$ 639 milhões, marcando um crescimento de 4% em comparação ao primeiro trimestre de 2023. Além disso, a margem Ebitda caiu 0,3 pontos percentuais, ficando em 17,1%. A receita bruta subiu 7%, alcançando R$ 4,1 bilhões.

Aporte da família Bueno e redução de custos e despesas

A Dasa implementou medidas para reduzir custos, incluindo a redução de pessoal e redimensionamento de áreas administrativas. Essas ações geraram uma economia de R$ 170 milhões que será capturada ao longo do ano, a partir do segundo trimestre. No trimestre, as despesas administrativas totalizaram R$ 11,5 bilhões, um aumento anual de 14,8%. Consequentemente, o investimento operacional (capex) caiu 58%, totalizando R$ 53 milhões no trimestre.

A Dasa teve uma despesa financeira líquida de R$ 485 milhões no primeiro trimestre de 2024, uma redução de 9% em relação ao mesmo período de 2023. A dívida líquida da companhia chegou a R$ 9,6 bilhões. Portanto, a posição de caixa foi de R$ 2,1 bilhões, superior às dívidas vincendas em 2024, que totalizam R$ 1,5 bilhão.

A família Bueno, controladora da Dasa, planeja aportar R$ 1,5 bilhão na companhia para reduzir a alavancagem, que atingiu 4,2 vezes o Ebitda. Assim, com esse aporte, a alavancagem cairia para 3,5 vezes. A transação prevê um futuro aumento de capital, condicionado à entrada de novos recursos, como a venda de ativos.

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Possíveis vendas de ativos

Uma possibilidade em estudo pela Dasa é a venda de uma fatia minoritária de seu negócio de medicina diagnóstica para um grupo internacional. A rede de laboratórios da Dasa é a maior do Brasil, com receita de R$ 7,5 bilhões em 2023 e cerca de mil unidades. Além disso, a empresa também considera operações de “sales and leaseback”, onde imóveis são vendidos e depois alugados.

Eficiência operacional

A receita com tarifas e prestação de serviços aumentou 6,9%, atingindo R$ 6,6 bilhões. Nesse sentido, a Dasa foca esforços em negócios rentáveis, como hospitais e laboratórios, enquanto considera a venda de ativos de menor retorno, como “homecare” e gestão de carteira de planos de saúde.

Perspectivas

A Dasa busca reforçar seu capital de giro e cumprir suas obrigações operacionais e financeiras de curto prazo com o aporte da família Bueno. O preço por ação no aumento de capital será baseado na média dos pregões dos 60 dias anteriores ao anúncio da transação. Portanto, a companhia pretende usar o capital para pagar dívidas e manter suas operações, visando uma estrutura de capital mais sustentável.

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