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CEO da Azul vê fusão com a Gol como saída contra crise aérea

CEO da Azul discute consolidação no setor aéreo

CEO da Azul vê fusão com a Gol como saída contra crise aérea
John Rodgerson, CEO da Azul (Foto: Divulgação/Azul).

A Azul Linhas Aéreas, sob a gestão do CEO John Peter Rodgerson, avalia uma fusão com a Gol Linhas Aéreas Inteligentes, atualmente em recuperação judicial. Durante um evento em Nova York, Rodgerson expressou convicção na consolidação como uma solução eficaz. “Sempre acreditamos muito na consolidação”, afirmou ele, destacando que tal integração poderia reduzir os custos de capital e melhorar o serviço ao cliente, fortalecendo o mercado aéreo no Brasil.

Avanço nas negociações

A Azul tem conduzido discussões com o principal acionista da Gol. Estes diálogos, assessorados por bancos desde março, visam um possível acordo. No entanto, Rodgerson se absteve de comentar sobre detalhes específicos das negociações em curso.

 

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O poio necessário durante a pandemia

Desde o início da crise sanitária, as companhias aéreas latino-americanas enfrentaram grandes obstáculos, com escasso suporte dos governos. Diversas entraram em recuperação judicial nos Estados Unidos, enquanto a Gol buscou proteção judicial no Brasil em janeiro.

Recentemente, Rodgerson se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir garantias de fundos públicos em empréstimos. “Se você tiver acesso ao crédito com um custo de capital menor, isso permitirá que as tarifas sejam mais baratas e que mais aeronaves sejam compradas,” explicou.

Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul, vital para as operações da Azul, sofreu severamente com enchentes recentes, impactando diretamente a movimentação no aeroporto de Porto Alegre. Apesar disso, o CEO da Azul reafirmou as metas financeiras da empresa, prevendo um Ebitda de R$ 6,5 bilhões para 2024, representando um aumento de 25% em relação ao ano anterior.

Apesar desses problemas, Rodgerson mantém uma visão positiva para o futuro da Azul. A empresa prevê um Ebitda de cerca de R$ 6,5 bilhões para 2024, um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A relação dívida líquida/Ebitda da empresa está projetada para cair para cerca de 3 vezes, uma melhora em relação aos atuais 3,7 vezes. Com um título de US$ 68 milhões a vencer no quarto trimestre, a Azul planeja liquidar essa dívida integralmente em dinheiro.

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