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Dólar hoje avança sobre real e fecha a R$ 5,156

A alta reflete decisões do Fed e declarações de Haddad.

Dólar
Dólar, a moeda do Estados Unidos da América (Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)

O dólar à vista subiu 0,78%, fechando a R$ 5,156 na compra e na venda nesta quarta-feira (22). Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento operava com alta de 0,54%, equivalente a 5.154 pontos, por volta das 17h25.

Os traders reduziram as apostas de que o Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos cortará as taxas de juros mais de uma vez este ano. A ata do último encontro de política monetária mostrou que os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) acreditam que a inflação pode levar mais tempo para amenizar do que se pensava anteriormente.

Portanto, os futuros ajustados à taxa básica do Fed refletiram cerca de 59% de chance de um corte até setembro, uma leve queda em relação ao período anterior à divulgação da ata. As probabilidades de um segundo corte até dezembro também diminuíram, de 54% para uma porcentagem igual às chances de um único corte.

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Christopher Waller, membro do Fed, afirmou na terça-feira que precisaria de vários meses de bons dados de inflação antes de apoiar uma flexibilização da política monetária. Contudo, o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, alertou contra cortes rápidos, enfatizando a necessidade de cautela para evitar gastos excessivos entre empresas e famílias.

Paralelamente, as declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também influenciaram o mercado. Em sessão da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, o ministro defendeu que a meta de inflação de 3% é “ousada para o histórico do Brasil”. Então, ele sugeriu a abertura de um debate para perseguir esse objetivo.

Cotação

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,156
  • Venda: R$ 5,156

Dólar turismo

  • Compra: R$ 5,168
  • Venda: R$ 5,348

Sendo assim, na véspera, o dólar já havia fechado em alta frente ao real. Os integrantes do Fed sugeriram que é prudente esperar alguns meses para garantir que a inflação esteja no caminho da meta de 2% antes de iniciar cortes nas taxas de juros.

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