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Bolsas europeias caem antes da decisão do BCE

Queda nas ações de petroleiras e bancos

Europa - Euro - Europeia - Bolsas Europeias
(Imagem: Pixabay)

As bolsas europeias fecharam em baixa nesta terça-feira (4), pressionadas pela queda de petroleiras e bancos, em um ambiente de cautela antes da decisão do Banco Central Europeu (BCE), prevista para quinta-feira (6). O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,49%, fechando em 517,30 pontos.

Desempenho por cidade:
  • Frankfurt: DAX teve queda de 1,02%, fechando em 18.417,54 pontos.
  • Paris: CAC 40 recuou 0,75%, para 7.937,90 pontos.
  • Madri: Ibex 35 caiu 0,97%, fechando em 11.286,40 pontos.
  • Milão: Unicredit recuou 4,16%, pressionando o FTSE MIB, que caiu 1,14%, para 34.276,02 pontos.
  • Lisboa: BCP caiu 3,04%, levando o PSI 20 a cair 1,08%, fechando em 6.843,63 pontos.

A situação foi agravada pela queda nos preços do petróleo, após a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) de reverter parte dos cortes de produção antes do final do ano. Isso colocou grandes empresas do índice, como BP e Shell, em desvantagem. Em Londres, as ações da BP caíram 3,80%. Além disso, a S&P Global divulgou que os planos da BP de usar 80% do excedente de caixa para recomprar ações dos acionistas dificultarão a redução das dívidas. A Shell recuou 2,14%, contribuindo para a queda do FTSE 100, que fechou em baixa de 0,37%, a 8.232,04 pontos.

Um sentimento de aversão ao risco ganhou força na Europa antes do anúncio de política monetária do BCE. É esperado que o BCE corte os juros básicos da zona do euro em 25 pontos-base, mas surgiram incertezas sobre novas reduções após a inflação do bloco acelerar em maio.

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Mercado de trabalho – Estados Unidos

A abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos diminuiu para 8,059 milhões em abril, conforme relatório Jolts. O resultado ficou abaixo da previsão dos analistas consultados pela FactSet, de 8,360 milhões de vagas. Isso coloca a divulgação do payroll de sexta-feira em foco, enquanto os investidores aguardam a decisão do Federal Reserve (Fed) na próxima semana.

A Maersk ajustou a orientação anual pela segunda vez em pouco mais de um mês, devido às perturbações no Mar Vermelho e à forte demanda por transporte marítimo, que continuam a elevar as taxas de frete globais. Em Copenhague, as ações da empresa dispararam após a notícia, mas terminaram o dia com recuo de 0,58%.

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