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Imóveis residenciais valorizam 0,74% em maio

Capitais como Curitiba e Vitória se destacam

Evolução habitacional: crescimento dos apartamentos no Brasil - imóveis
(Foto: Prefeitura de Balneário Camboriú)

Os preços de venda de imóveis residenciais aumentaram em maio, de acordo com o Índice FipeZAP, que acompanha a variação média do valor de residências em 50 cidades brasileiras. Então, em maio, houve um aumento de 0,74%, elevando o acumulado do ano para 2,93% e, nos últimos doze meses, para 6,07%.

Esse aumento do FipeZAP ficou acima do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que mede a inflação do aluguel. Sendo assim, nos últimos doze meses, o IGP-M apresentou uma retração de 0,34%.

As capitais que registraram as maiores valorizações em maio foram Curitiba, com um aumento de 1,88%. Em seguindo lugar, ficou com Goiânia (1,47%), seguidor por Maceió (1,27%), Salvador (1,18%) e Florianópolis (1,05%). Vitória, a capital do Espírito Santo, onde o metro quadrado é o mais caro da amostra, apresentou um aumento de 0,94% em maio, atingindo R$ 11.312/m².

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Capitais com maiores valorizações

Assim, os dados destacam que as capitais com os maiores aumentos nos preços de venda em maio foram:

  • Curitiba: 1,88%
  • Goiânia: 1,47%
  • Maceió: 1,27%
  • Salvador: 1,18%
  • Florianópolis: 1,05%
  • Vitória: 0,94%
Cidades mais caras para comprar imóveis

O Índice FipeZAP também revelou as cidades com os preços de venda mais altos por metro quadrado:

CidadePreço médio de venda (R$/m²)
Balneário Camboriú – SC13.145
Itapema – SC12.841
Vitória – ES11.312
Florianópolis – SC11.261
Itajaí – SC11.107
São Paulo – SP10.936
Barueri – SP10.247
Rio de Janeiro – RJ10.077
Curitiba – PR9.845
Brasília – DF9.180

 

O crescimento do preço dos imóveis é um indicativo de um mercado imobiliário aquecido, com destaque para cidades de Santa Catarina e Espírito Santo, que lideram os rankings de valorização.

O desempenho do FipeZAP, que registrou uma alta acumulada de 6,07% nos últimos doze meses, contrasta com a retração de 0,34% do IGP-M no mesmo período. Portanto, isso evidencia uma valorização dos imóveis residenciais, superando a inflação do aluguel.

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