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Turismo na Itália bate recorde: estrangeiros dominam visitas

Crescimento de turistas estrangeiros na Itália impulsiona setor econômico

Itália - Veneza - Turismo
(Imagem: divulgação/Città di Venezia)

O departamento nacional de estatística ISTAT informou que o turismo na Itália atingiu um recorde em 2023. Pela primeira vez desde a pandemia de Covid-19, os estrangeiros representaram a maioria dos turistas no país. O aumento é um sinal positivo da recuperação do setor de turismo italiano.

As regiões do Lácio e da Lombardia destacaram-se pelo maior crescimento anual no turismo, impulsionado pelo aumento sustentado dos números em cidades como Roma e Milão, conforme os dados do ISTAT.

Os registros em acomodações cresceram 13,4% em relação ao ano anterior, alcançando mais de 134 milhões em 2023, um marco histórico para o país. Assim, o total de noites passadas em hotéis e outras instalações similares também registrou um aumento de quase 10%, totalizando 451 milhões de pernoites.

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A Itália, conhecida por atrair turistas de todo o mundo, está implementando medidas para regular o número de visitantes em algumas das principais atrações durante os horários de pico. Sendo assim, um exemplo é Veneza, que começou a cobrar uma taxa de entrada de 5 euros (R$ 28,78) para turistas nos períodos mais movimentados, visando controlar o fluxo e preservar a cidade.

A presença de turistas estrangeiros foi mais forte no nordeste da Itália, onde se localizam cidades populares como Veneza e Milão, e menos intensa no sul do país. Portanto, o padrão reflete a preferência dos visitantes por destinos bem conhecidos e de fácil acesso.

Brasil X Itália

Na última terça-feira, a Austin Rating anunciou que o Brasil ultrapassou a Itália e se tornou a 8ª maior economia do mundo. O PIB brasileiro atingiu US$ 2,331 trilhões após um crescimento de 0,8% no 1º trimestre de 2024, superando o PIB da Itália de US$ 2,328 trilhões.

O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, destacou que, enquanto o PIB do Brasil cresceu 0,8% no 1º trimestre, a economia italiana avançou apenas 0,3%. No final de 2023, o Brasil era a 9ª maior economia mundial.

A maior economia mundial continua sendo a dos Estados Unidos, com um PIB de US$ 28,78 trilhões. A China e a Alemanha ocupam o segundo e terceiro lugares, com PIBs de US$ 18,53 trilhões e US$ 4,59 trilhões, respectivamente. O Brasil ainda fica atrás do Japão (US$ 4,11 trilhões), Índia (US$ 3,94 trilhões), Reino Unido (US$ 3,5 trilhões) e França (US$ 3,13 trilhões).

O Brasil registrou o 17º maior crescimento do PIB no 1º trimestre de 2024 entre 53 nações analisadas pela Austin Rating. No entanto, Israel liderou o crescimento trimestral, recuperando-se da guerra, com uma expansão de 19,4% após uma contração de 19,4% no 4º trimestre de 2023.

Mundialmente, a economia cresceu em média 0,3% no 1º trimestre de 2024. Dentro do grupo BRICS, composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o crescimento médio superou o do Brasil, atingindo 1,2%.

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