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Crescimento do PIB: avaliação do presidente do SINFAC, Geldo Machado

Presidente do SINFAC destaca recuperação econômica

Expectativa PIB 2024 e avaliação economia brasileira.
Empresário Geldo Machado, presidente do grupo financeiro ValorizeCred.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrou foi de 0,8% entre janeiro e março deste ano, em comparação com o trimestre anterior, e uma alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2023. Esse desempenho representa uma recuperação econômica após um período de estagnação no segundo semestre do ano passado. Geldo Machado, ex-banqueiro, presidente do grupo financeiro ValorizeCred e do Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil Factoring (SINFAC) para os estados do Ceará, Piauí, Maranhão e Rio Grande do Norte, prevê que o PIB deve crescer 2% até o final do ano, devido à “herança estatística” de 1% do crescimento já registrado.

Contribuição do Setor de Serviços

O setor de serviços foi o principal motor do crescimento do PIB no primeiro trimestre. Geldo Machado destacou que o comércio varejista e os serviços pessoais foram os maiores contribuintes para esse crescimento. O aumento do consumo das famílias, sustentado por um mercado de trabalho aquecido, também teve um papel importante.

“A criação de mais empregos formais e o aumento da renda, reflexo das mudanças nas leis trabalhistas de 2017, foram fundamentais para essa expansão”, afirmou Machado.

Investimentos em Alta

Segundo o IBGE, os investimentos aumentaram 4,1% entre janeiro e março, em comparação com o último trimestre de 2023. Esse crescimento foi impulsionado pela importação de bens de capital, desenvolvimento de software e construção. No entanto, a taxa de investimento como proporção do PIB ainda é baixa, em 16,9%.

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Geldo Machado comentou que, “apesar do aumento, a taxa de investimento precisa crescer ainda mais para sustentar a recuperação econômica a longo prazo”.

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Responsabilidade Fiscal

O desempenho positivo do primeiro trimestre destaca a importância da aprovação de reformas e da responsabilidade fiscal. Geldo Machado enfatizou que “os parlamentares devem priorizar a regulamentação da reforma tributária, que pode acelerar o crescimento econômico a médio e longo prazo”.

Políticas Fiscais e Monetárias

Decisões inconsistentes têm prejudicado a credibilidade da política fiscal e aumentado a pressão inflacionária. Geldo Machado alertou que “a política de juros nos Estados Unidos e a resposta ao desastre no Rio Grande do Sul serão fatores cruciais para o cenário futuro”. Ele destacou a necessidade de um ajuste fiscal robusto para que o Brasil possa crescer de forma sustentada.

Impacto dos Juros e Futuro dos Investimentos

O corte de juros promovido pelo Banco Central desde agosto influenciou positivamente o resultado do PIB. O presidente do SINFAC destaca que para a recuperação econômica “há incertezas sobre o compromisso fiscal do governo. O aumento do déficit público pode afetar a trajetória da dívida e a inflação, impactando os investimentos futuros”. Ele reforçou que o Brasil deve focar em crescer de forma sustentada para evitar o esgotamento da capacidade produtiva da sociedade.

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