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Ibovespa sobe pela quarta vez consecutiva com corte de gastos

Índice da bolsa brasileira cresce 0,40% com medidas fiscais

B3 - Ibovespa - Petrobras
(Imagem: divulgação/Ibovespa)

Apesar da liquidez limitada nos mercados devido ao fechamento das bolsas de Nova York, o Ibovespa (IBOV) fechou em alta pelo quarto pregão seguido. O índice subiu 0,40% e atingindo 126.163,98 pontos.

O dólar à vista (USBRL) caiu 1,47%, encerrando o dia cotado a R$ 5,4684. Durante o pregão, a moeda americana atingiu a mínima de R$ 5,4668, registrando uma queda de 1,82%. A notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou cortes nos gastos públicos, reafirmando o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal, impulsionou este movimento

Na noite anterior (3), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que o presidente Lula determinou o cumprimento do arcabouço fiscal. Sendo assim, o ministro enfatizou que “não se discute isso” e garantiu que as leis que regulam as finanças do Brasil serão cumpridas. Fernando Haddad também mencionou que o pente-fino em programas sociais e outras despesas deve permitir um corte de R$ 25,9 bilhões nos gastos do governo no próximo ano.

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As sinalizações fiscais do governo resultaram na redução das expectativas de alta na taxa básica de juros, a Selic. No início da semana, com o dólar chegando a R$ 5,70, havia especulações sobre um possível aumento dos juros até o final do ano. No entanto, o alívio nas tensões internas contribuiu para o fechamento da curva de juros brasileira, beneficiando ações cíclicas, mais sensíveis às variações nos juros.

Principais Movimentações no Ibovespa

Entre os destaques positivos do dia, as ações da Vamos (VAMO3), Lojas Renner (LREN3) e Magazine Luiza (MGLU3) estiveram entre as maiores altas. Assaí (ASAI3) teve um bom desempenho após o Citi elevar a recomendação de neutra para compra. Além disso, o banco aumentou o preço-alvo de R$ 15 para R$ 15,50, indicando uma potencial valorização de 47,6% em relação ao fechamento de ontem (3).

Por outro lado, as ações da Petrobras (PETR4; PETR3) registraram queda devido à baixa liquidez decorrente da ausência de negócios em Wall Street, apesar do avanço do petróleo no mercado internacional. O enfraquecimento do dólar também afetou as exportadoras, levando Suzano (SUZB3) a fechar em queda de mais de 1%.

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