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Dívida pública bruta do Brasil sobe para 78,5% do PIB em julho

Em julho, a dívida pública bruta do Brasil alcançou 78,5% do PIB, enquanto o déficit primário foi de R$ 21,3 bilhões, acima das previsões.
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Dívida pública bruta do Brasil sobe, segundo Banco Central/(Foto: Rafael Ribeiro/BCB).
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O resultado fiscal do setor público brasileiro em julho de 2024 trouxe uma surpresa negativa ao mercado. A dívida pública bruta como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) subiu para 78,5%. Este aumento reflete um cenário de deterioração das contas públicas, conforme indicado pelos dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Banco Central do Brasil. 

Déficit primário acima do esperado 

O setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 21,348 bilhões no mês de julho, valor significativamente maior do que o projetado por economistas, que previam um déficit de R$ 5 bilhões. Esse saldo negativo foi composto por déficits de R$ 8,618 bilhões do governo federal, R$ 11,138 bilhões dos governos estaduais e R$ 1,692 bilhão de empresas estatais. 

Aumento da dívida bruta 

O aumento da dívida pública bruta foi impulsionado por fatores como os juros nominais apropriados, que contribuíram com um acréscimo de 0,7 ponto percentual, e as emissões líquidas, que adicionaram mais 0,4 ponto percentual à relação dívida/PIB. Apesar do crescimento do PIB ter gerado uma redução de 0,5 ponto percentual, esse efeito foi insuficiente para neutralizar o impacto negativo dos outros fatores. 

Dívida líquida se mantém estável 

Já a dívida líquida do setor público, outro indicador importante para avaliar a saúde financeira do país, caiu ligeiramente para 61,9% em julho. Este nível está alinhado com as expectativas do mercado, que projetavam uma relação dívida líquida/PIB de 62,3%. 

Perspectivas e desafios 

Os números divulgados pelo Banco Central reforçam as preocupações sobre o dívida pública do Brasil. Especialmente em um contexto de juros elevados e pressões por maiores gastos públicos. A tendência de crescimento da dívida pública, se mantida, poderá limitar a capacidade do governo de implementar políticas econômicas expansivas sem comprometer a sustentabilidade fiscal. 

 

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