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Plano de Transformação Ecológica e FNE 2025: Banco do Nordeste apresenta projeções

(Foto: Divulgação BNB)

Nesta terça-feira (03), o Banco do Nordeste (BNB) divulgou o Plano de Transformação Ecológica e a programação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para o ano de 2025, em um evento realizado em Fortaleza-CE. A ocasião contou com a presença de diretores, gestores, secretários estaduais, e representantes de diversas entidades e instituições parceiras.

O presidente do Banco, Paulo Câmara, destacou que o Plano de Transformação Ecológica é fundamental para direcionar os recursos do FNE a projetos que promovam o desenvolvimento sustentável, respeitando as características únicas dos estados nordestinos e seus biomas. Segundo ele, o objetivo é integrar as ações de financiamento com práticas que garantam um desenvolvimento econômico inclusivo e sustentável.

Programação do FNE 2025

Durante o evento, também foram apresentados os detalhes da programação do FNE para 2025. A previsão orçamentária é de R$ 47,29 bilhões, um aumento de 18,6% em comparação a 2024. Desse total, R$ 29,38 bilhões serão destinados a empreendimentos prioritários, com um incremento de R$ 4,7 bilhões em relação ao ano anterior. Os municípios enquadrados na Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) receberão um total de R$ 23,53 bilhões. Além disso, serão alocados R$ 4,73 bilhões ao Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), o que deve proporcionar um impulso ao apoio destinado aos pequenos empreendedores, facilitando o acesso a crédito e incentivando o crescimento dos negócios.

Outro destaque é o aumento de 18,6% nos recursos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que receberá R$ 10,48 bilhões. As micro e pequenas empresas também receberão R$ 5 bilhões em financiamentos, o que representa um aumento de 21,1% em comparação a 2024.

O evento contou com a participação de José Aldemir Freire, diretor de Planejamento do Banco do Nordeste, e José Wandemberg Rodrigues, coordenador-geral da Sudene. Eles discutiram a importância da integração do plano com as políticas públicas de desenvolvimento regional.

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