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Veja os alimentos que ficaram mais caros com a estiagem no Brasil

A seca no Brasil eleva preços de alimentos essenciais, afetando frutas, carnes e café. A inflação pressiona famílias e aumenta o custo de vida.
Imagem limão, uma gruta crítica. Preço das frutas
O limão foi um dos alimentos que mais aumentaram devido a seca. (Imagem: Rene Rauschenberger/Pixabay)

A grave seca que afeta o Brasil está elevando os preços de alimentos essenciais, pesando no bolso das famílias. Frutas cítricas e carnes foram especialmente afetadas pela inflação, registrando aumento nos peços. O café moído, que já apresentava alta desde o início do ano, subiu mais 4% em relação a agosto. O Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) divulgou os dados nesta quarta-feira (9), por meio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Seca severa eleva preços de frutas e carnes

Entre as frutas, os cítricos tiveram a maior alta, com o limão registrando um aumento no preço de 30,4% em setembro, na comparação com o mês anterior. A laranja-pera também subiu, com um reajuste de 10%. Denise Ferreira Cordovil, pesquisadora de inflação de alimentos do IBGE, atribui essa alta à estiagem prolongada.

Carnes ficam mais caras em meio à seca no Brasil

As carnes tiveram um aumento médio de 2,97%, o maior desde dezembro de 2020, quando o reajuste foi de 3,58%. Segundo André Almeida, gerente da pesquisa de inflação do IBGE, “questões climáticas, ausência de chuvas e forte estiagem, que afetam a pastagem, contribuíram para essa alta das carnes em setembro“. A seca prejudicou diretamente a oferta e a qualidade das pastagens, dificultando a criação de gado.

Limão e laranja: oferta reduzida elevou os preços das frutas

A falta de chuvas impactou diretamente o limão, que caiu em setembro, de acordo com a HF Brasil, centro de pesquisa de frutas e hortaliças do Cepea/Esalq-USP. A seca prolongada comprometeu a qualidade dos frutos, levando a cancelamentos de exportações por não atenderem aos padrões internacionais.

A laranja-pera, com aumento de 10% em setembro, enfrentou problemas como a seca e doenças, como o “greening“. Para suprir a demanda, compradores têm buscado alternativas em estados como Bahia e Pernambuco, além dos tradicionais produtores de São Paulo e Triângulo Mineiro.

Pastagens afetadas pela seca impulsionam alta das carnes

A falta de chuvas prejudicou as pastagens, fazendo com que os animais demorassem mais para ganhar peso. Denise Cordovil, do IBGE, aponta que “tradicionalmente o segundo semestre é marcado pelo clima mais seco“. Em setembro, a estiagem elevou em quase 3% os preços das carnes, com destaque para o contrafilé, que subiu 3,79%. As queimadas em setembro também agravaram a situação, prejudicando ainda mais as pastagens.

Café sofre com a seca prolongada e preço aumenta

A seca também afetou o café torrado e moído, que teve alta de 4% em setembro. Em agosto, o preço médio do quilo atingiu R$ 39,63, o maior desde o início da série histórica da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), iniciada em 1997. A estiagem prolongada, que já dura três anos, é um dos principais fatores dessa alta, gerando incertezas para produtores e para a indústria.

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