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Ibovespa fecha em queda de 0,73% pressionado por Vale e Petrobras

Ibovespa fecha em queda de 0,73%, pressionado por Vale e Petrobras, enquanto Wall Street registra ganhos com alta no setor de semicondutores.
Imagem ilustrativa de ações no mercado financeiro e do Ibovespa, além disso, representa as moedas. Ibovespa em queda e mercado financeiro
(Imagem: Pixabay)

O Ibovespa teve uma queda nesta quinta-feira (17), pressionado pela desvalorização do minério de ferro na China, mesmo com o avanço em Wall Street. O principal índice da bolsa brasileira caiu 0,73%, encerrando o dia aos 130.793,41 pontos.

Cenário doméstico e internacional

No Brasil, o dólar à vista (USBRL) teve leve recuo de 0,10%, fechando a R$ 5,6596. Durante o dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou a situação econômica do país em entrevista à Rádio Metrópole, destacando que “a economia está sob controle” e surpreendendo o mercado. Segundo Lula, em uma reunião recente com representantes de bancos brasileiros, houve elogios ao crescimento econômico do Brasil.

Já na China, o preço do minério de ferro caiu 5,99%, alcançando o menor patamar desde setembro. O contrato mais negociado da commodity, com vencimento para janeiro de 2025 na Bolsa de Dalian, sofreu essa queda, impactando diretamente a Vale (VALE3), que perdeu mais de R$ 7 bilhões em valor de mercado.

Desempenho do Ibovespa e as maiores quedas

A queda no preço do minério de ferro prejudicou principalmente a Vale, que puxou o Ibovespa para baixo. Ações de empresas ligadas ao cenário doméstico também enfrentaram fortes quedas. Yduqs (YDUQ3) e Hapvida (HAPV3) foram pressionadas pela alta da curva de juros e pelas incertezas fiscais. A Petrobras (PETR3; PETR4) manteve sua trajetória de quedas, mesmo com a leve recuperação no preço do petróleo.

Em contrapartida, frigoríficos como BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3) figuraram entre os maiores ganhos do dia, aproveitando o cenário favorável ao setor.

Cenário externo: Wall Street e o corte do BCE

Nos Estados Unidos, Wall Street renovou máximas, com destaque para as ações do setor de semicondutores. A Nvidia subiu 2%, impulsionada por previsões positivas da Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC), que espera que os chips de inteligência artificial representem 15% de sua receita anual.

Além disso, dados econômicos dos EUA alimentaram expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve. As vendas no varejo subiram 0,4% em setembro, superando as projeções, enquanto os pedidos de seguro-desemprego caíram mais do que o previsto.

Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) cortou a taxa de juros em 25 pontos-base, reduzindo-a para 3,25% ao ano. Esse foi o terceiro ajuste de 2024 e animou os mercados, levando o índice de Frankfurt a uma nova máxima, com fechamento em 19.583,39 pontos.

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