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Histórico: peso argentino alcança 1.000 por dólar

Peso argentino chega a 1.000 por dólar. BCRA promove ajustes cambiais, lança cédula de 20 mil pesos e observa sinais de desaceleração inflacionária.
Imagem da Casa Rosada, sede do governo da Argentina. A imagem é para ilustrar a matéria sobre o Peso Argentino.
(Imagem: Julian Zapata/Pixabay)
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Nesta terça-feira (19), o peso argentino atingiu pela primeira vez o valor de 1.000 por dólar. A desvalorização foi autorizada pelo Banco Central da República Argentina (BCRA), que vem promovendo ajustes controlados na taxa de câmbio.

No período da manhã, o dólar registrou alta de 0,35% em relação à moeda argentina, sendo cotado a 1.002 pesos. Ao mesmo tempo, no Brasil, o dólar era negociado a R$ 5,76, o que representa uma valorização de 0,4% em relação ao real.

O movimento mostra uma política de controle monetário do BCRA, que permite uma desvalorização mensal de aproximadamente 2% do peso. Com essa abordagem, a instituição acumulou um saldo positivo de US$ 20.237 bilhões em reservas desde que Javier Milei assumiu a presidência em dezembro de 2023.

Peso argentino: notas de 20 mil pesos ajudam a reduzir custos

Para reduzir despesas operacionais e melhorar o sistema financeiro, o governo argentino, na última semana, lançou cédulas de 20 mil pesos. A nova cédula é para diminuir a quantidade de notas em circulação, o que impacta positivamente os custos de impressão e reduz a manutenção de caixas eletrônicos.

De acordo com um comunicado oficial, notas de maior valor tem poucas substituições e tem uma logística de transporte menor, gerando economia. Antes disso, a maior denominação disponível era a cédula de 10 mil pesos, lançada em maio de 2024.

A cédula faz parte de um plano divulgado no final de 2023, que prevê a introdução de notas de valores mais altos, como de 50 mil pesos, para enfrentar a inflação elevada.

Inflação dá sinais de desaceleração

Embora a inflação na Argentina permaneça em níveis altos, os dados mais recentes mostram uma tendência de queda. O índice acumulado em 12 meses alcançou 193% em outubro, a vez em quase um ano que ficou abaixo de 200%, conforme relatado pelo Indec, instituto oficial de estatísticas do país.

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