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Moody’s avalia rebaixar nota da Hidrovias do Brasil

Moody’s revisa nota “B1” da Hidrovias do Brasil. Liquidez preocupa após o cancelamento de aporte de R$ 1,5 bi, exigindo novas soluções.
A Hidrovias do Brasil vende sua operação de cabotagem para a Norsul por R$ 715 milhões, fortalecendo sua estratégia de crescimento e eficiência.
(Imagem: divulgação/Hidrovias do Brasil)

A agência de classificação de risco Moody’s colocou a nota de crédito “B1” da Hidrovias do Brasil em revisão para possível rebaixamento. A decisão reflete preocupações com a liquidez da empresa após o cancelamento de um aumento de capital no valor de R$ 1,5 bilhão, anteriormente planejado para dezembro.

Liquidez em foco e medidas emergenciais

Os analistas Erick Rodrigues e Marcos Schmidt destacaram que o cancelamento do aumento de capital da Hidrovias do Brasil intensifica os riscos relacionados aos vencimentos financeiros de curto prazo. Apesar de medidas como a injeção de R$ 500 milhões pela acionista Ultrapar e a captação de R$ 400 milhões por meio de debêntures, a companhia enfrenta o desafio de quitar R$ 928 milhões em dívidas que vencem em janeiro.

Segundo a Moody’s, essas ações ajudam a amenizar os riscos imediatos, mas não eliminam a necessidade de um aporte alto. A agência estima que um aumento de capital de pelo menos R$ 1,2 bilhão será essencial para melhorar a estrutura financeira da empresa e reduzir a alavancagem, que permanece elevada.

Hidrovias do Brasil: uma peça-chave na logística fluvial

Fundada em 2010, a Hidrovias do Brasil é uma das maiores empresas de logística fluvial da América Latina. A companhia oferece soluções integradas de transporte para aproveitar as principais rotas hidroviárias do continente, como Tietê-Paraná, Araguaia-Tocantins e São Francisco. Além do Brasil, a empresa atua em países como Argentina, Bolívia e Paraguai.

O modelo de operação busca explorar o transporte hidroviário como uma alternativa sustentável e eficiente para grandes volumes de carga. No entanto, a complexidade do setor e os custos de operação têm pressionado a necessidade de uma base financeira mais forte.

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Vídeo do canal Hidrovias do Brasil no YouTube.

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