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Empresas ativas no Brasil somaram 7,9 milhões, diz IBGE

O Brasil registrou 7,9 milhões de empresas ativas em 2022, segundo o IBGE. Dessas, 32,9% eram empregadoras, somando 40,5 milhões de trabalhadores, sendo 90,1% assalariados. A pesquisa destacou remuneração média de R$ 3,1 mil e excluiu MEIs e entidades públicas ou sem fins lucrativos
Imagem ilustrativa de um escritório com uma funcionária em pé e outro sentado à mesa de trabalho, exemplo de empresas ativas
Foto: Pixabay

Em 2022, o Brasil contava com 7,9 milhões de empresas ativas, conforme os dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre). Dentre elas, 32,9% (ou 2,6 milhões) eram empregadoras, totalizando 40,5 milhões de pessoas ocupadas. Desse contingente, 90,1% (36,5 milhões) eram trabalhadores assalariados, com uma remuneração média mensal de R$ 3,1 mil.

As informações integram a pesquisa Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2022, divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa exclui do conceito de empresas os órgãos da administração pública, as entidades sem fins lucrativos, as organizações internacionais e os microempreendedores individuais (MEI).

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Quantas empresas ativas nasceram na última pesquisa?

Em 2022, 405,6 mil empresas empregadoras foram criadas no Brasil, representando uma taxa de nascimento de 15,3%, segundo o IBGE. Essas novas empresas empregaram cerca de 1,7 milhão de pessoas, o equivalente a 4,6% do total de assalariados. O conceito de nascimento inclui tanto novas empresas quanto aquelas que ficaram inativas por mais de 24 meses e retomaram suas atividades. Em comparação a 2017, a taxa de nascimento subiu de 10,9% para 15,3%, e a participação de assalariados nessas empresas aumentou de 3,3% para 4,6%.

A análise também revelou disparidades de gênero nos vínculos empregatícios: em 2022, as mulheres representavam 41,7% dos trabalhadores em empresas ativas e sobreviventes. Apesar de um declínio entre 2018 e 2020, a participação feminina voltou a crescer a partir de 2021. Já em relação à escolaridade, a parcela de trabalhadores com nível superior caiu de 9,5% em 2019 para 8,8%, estabilizando-se em 8,9% em 2022.

Os dados refletem a dinâmica do mercado de trabalho no Brasil, marcada por uma maior taxa de nascimento de empresas e mudanças no perfil dos trabalhadores. A pesquisa destaca a retomada de empresas inativas e o impacto disso na geração de empregos, além de apontar desafios relacionados à inclusão de mulheres e trabalhadores com maior qualificação educacional.

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