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Déficit nominal do setor público se aproxima de R$ 1 trilhão

Em 2024, o déficit nominal do setor público alcançou R$ 998 bilhões, o maior da série histórica. Apesar disso, houve melhora após o rombo de R$ 1,128 trilhão em julho. A arrecadação recorde e a queda no déficit primário ajudaram a evitar um saldo mais negativo
Lula, à esquerda da imagem, ao lado de Fernando Haddad, ministro da Fazenda. Déficit nominal do setor público se aproxima de R$ 1 trilhão
Lula, à esquerda da imagem, ao lado de Fernando Haddad, ministro da Fazenda. Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O setor público consolidado – que inclui União, Estados, municípios e estatais – registrou um déficit nominal de R$ 998 bilhões em 2024, o maior da série histórica iniciada em 2002. Apesar da cifra elevada, houve melhora nos últimos meses, já que o rombo havia atingido R$ 1,128 trilhão em julho.

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O que é o déficit nominal do setor público?

O déficit nominal do setor público considera o saldo entre receitas e despesas, além dos juros da dívida, que foram o principal fator para o resultado negativo. Em 2024, os gastos com juros somaram R$ 950,4 bilhões, o maior valor já registrado. A taxa básica de juros deve subir para 14,25% ao ano na próxima reunião do Copom para conter a inflação. Os dados vieram a público pelo Banco Central nesta sexta-feira (31/01).

Diferença entre déficit primário e nominal

Ao contrário do nominal, o déficit primário, que exclui o pagamento de juros da dívida, foi de R$ 47,6 bilhões, bem abaixo dos R$ 249,1 bilhões de 2023. Esse recuo foi impulsionado pela arrecadação recorde do governo, que totalizou R$ 2,71 trilhões – uma alta real de 9,62% em relação a 2023.

Parte desse aumento veio de receitas extraordinárias, como a tributação de fundos exclusivos (R$ 13 bilhões) e a atualização de bens e direitos no exterior (R$ 7,7 bilhões). No entanto, essas receitas não se repetirão em 2025, o que pode dificultar o equilíbrio fiscal e agravamento do déficit nominal do setor público.

A dívida bruta do governo geral encerrou 2024 em 76,1% do PIB, um aumento de 2,2 pontos percentuais no ano e 4,4 pontos desde o início do governo Lula. Em dezembro, o total da dívida chegou a R$ 9 trilhões.

O orçamento de 2025 prevê um acréscimo de R$ 11 bilhões na receita líquida, mas ainda não foi votado pelo Congresso.

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