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Saída da poupança atinge R$ 6,4 bilhões em abril, aponta BC

A saída da poupança voltou a crescer em abril, refletindo os efeitos da taxa Selic elevada sobre o comportamento dos investidores brasileiros.
Gráfico mostra alta na saída da poupança em abril de 2025
Saída da poupança registra novo saldo negativo em abril com resgate líquido de R$ 6,4 bilhões, segundo dados do Banco Central. Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Dados do Banco Central mostram que a saída da poupança resultou em um resgate líquido de R$ 6,4 bilhões em abril. Ou seja, os saques superaram os depósitos, seguindo a tendência observada desde o início de 2025. Nesse período, as retiradas somaram R$ 356 bilhões, frente a R$ 349,6 bilhões em aportes. Os rendimentos creditados totalizaram R$ 6,5 bilhões.

Taxa Selic reduz atratividade da caderneta de poupança

O patamar atual da taxa Selic, de 14,75% ao ano, diminui a competitividade da caderneta de poupança, que tem rendimento fixado por regra inferior a outros ativos de renda fixa. Isso impulsiona a migração dos investidores para opções com retorno mais atrativo, como CDB (Certificado de Depósito Bancário), Tesouro Direto e fundos imobiliários (FIIs).

Esse comportamento evidencia a busca por produtos com liquidez semelhante, mas com rentabilidade superior, sobretudo em um cenário de inflação elevada e de crescente endividamento das famílias. Ao mesmo tempo, aumenta a preocupação com a preservação do poder de compra e com estratégias mais robustas de diversificação de carteira.

Investidores adaptam seu perfil em meio às incertezas

No acumulado de 2025, a saída da poupança já soma R$ 52,1 bilhões, reflexo direto da menor atratividade da aplicação frente à inflação e aos juros altos. Mesmo com saldo total acima de R$ 1 trilhão, a caderneta perde espaço para alternativas mais rentáveis e alinhadas ao perfil de investidor que prioriza segurança, mas também retorno real.

A economia brasileira segue enfrentando desafios, como pressão inflacionária, juros altos e desaquecimento do consumo. Diante disso, os brasileiros estão mais atentos à alocação de seus recursos, inclusive recorrendo a investimentos alternativos, como criptomoedas e plataformas de equity crowdfunding.

Renda fixa ganha força e reforça tendência de saída da poupança

A preferência crescente por ativos de renda fixa se intensifica com a expectativa de manutenção da Selic. CDBs, Tesouro Direto e FIIs ganham espaço nas carteiras, principalmente pelo equilíbrio entre segurança e rentabilidade, além da liquidez que muitos desses produtos oferecem.

A saída da poupança deve continuar sendo observada enquanto o retorno da caderneta for desvantajoso frente a outros produtos financeiros. O investidor brasileiro está mais informado e disposto a adequar sua estratégia, buscando maior rentabilidade e proteção contra a inflação, sem abrir mão da solidez em tempos de incerteza.

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