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Correios lançam proposta com corte de benefícios e fim do trabalho remoto

Em meio a uma crise financeira, os Correios lançam proposta para conter o prejuízo bilionário registrado em 2024. A medida inclui redução de jornada, suspensão de férias e fim do trabalho remoto. O plano prevê economia de até R$ 1,5 bilhão neste ano e mudanças estruturais que afetam diretamente os 86 mil empregados da estatal. A decisão ocorre após o maior déficit desde 2016 e queda drástica na liquidez da empresa.
A imagem mostra vans dos Correios para representar que os Correios lançam proposta
Correios lançam proposta com corte de benefícios e fim do trabalho remoto. Foto: Divulgação Correios

Os Correios lançam proposta na última segunda-feira (12) com o objetivo de cortar despesas diante do prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024. A estatal quer reduzir custos operacionais, sobretudo com pessoal, que somaram mais de R$ 10 bilhões no último ano. Para isso, anunciou mudanças na jornada de trabalho, nas férias e no regime de atuação dos seus empregados.

Entre os pontos principais estão:
– Redução da jornada para 6 horas diárias
– Suspensão das férias de 2025
– Retorno obrigatório ao trabalho presencial
– Prorrogação do plano de desligamento voluntário
– Mudanças nos planos de saúde e corte de cargos comissionados

A estimativa de economia com o plano é de R$ 1,5 bilhão até dezembro.

Correios lançam proposta que mira salários e estrutura interna

A decisão foi tomada após a divulgação do maior rombo financeiro da estatal desde 2016. O custo com pessoal aumentou R$ 700 milhões de 2023 para 2024, chegando a R$ 10,3 bilhões. A estatal afirma que os reajustes do Acordo Coletivo e dos benefícios pressionaram a folha salarial. Com isso, os Correios lançam proposta que revê também cargos comissionados e prevê reestruturações nas sedes regionais.

A empresa ainda aposta na criação de um marketplace próprio, reformulação do plano de saúde e captação de recursos com o New Development Bank (NDB) para financiar investimentos.

Correios lançam proposta, veja no vídeo abaixo mais detalhes sobre isso:

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Corte de caixa agrava crise e afeta entregas

A situação financeira se agravou com a queda de R$ 2,9 bilhões no caixa da empresa. Hoje, restam apenas R$ 249 milhões em liquidez. Esse cenário provocou atrasos em pagamentos de transportadoras e agências conveniadas, o que comprometeu o ritmo de entregas em diversas regiões do país.

Diante disso, os Correios lançam proposta para tentar recuperar a capacidade operacional, mas também apelam ao apoio dos empregados. A suspensão das férias e o fim do trabalho remoto, segundo a estatal, são medidas temporárias e necessárias para evitar colapso financeiro.

Apesar do momento crítico, os Correios afirmam que manterão investimentos em sustentabilidade e modernização dos serviços. O plano de transição ecológica, que prevê uso de bicicletas elétricas e veículos menos poluentes, segue em curso.

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