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Nubank é condenado a indenizar ex-funcionário por campanha com nudez

Nubank é condenado a indenizar ex-funcionário por campanha que simulava nudez; Justiça reconhece constrangimento e violações trabalhistas.
Nubank é condenado a indenizar ex-funcionário por campanha que simulava nudez; Justiça reconhece constrangimento e violações trabalhistas.
(Imagem: divulgação/Nubank)

Nubank é condenado a pagar R$ 180 mil por danos morais. A Justiça responsabilizou o banco por expor um ex-funcionário em uma campanha interna que simulava nudez. A 4ª Vara do Trabalho de São Paulo concluiu que a empresa violou o direito à imagem e à dignidade do colaborador.

Em 2018, a instituição lançou a campanha com fotos dos ombros para cima, criando a impressão simbólica de nudez. No entanto, a área de Recursos Humanos usou as imagens em crachás, e-mails e respostas automáticas. Com isso, o conteúdo ultrapassou o ambiente interno e gerou desconforto entre funcionários e clientes.

Justiça reconhece violação e confirma que Nubank é condenado

O Nubank afirmou que a participação na campanha era voluntária. Porém, diversas testemunhas disseram que os novos colaboradores passavam pela sessão de fotos logo após a admissão, sem opção de recusa. Uma funcionária revelou que a equipe pediu para ela abaixar a alça do sutiã, criando uma aparência de nudez.

A juíza Juliana Baldini de Macedo classificou a conduta como constrangedora. Ela apontou que o banco descumpriu princípios básicos de respeito e proteção à imagem dos trabalhadores. Dessa forma, ela decidiu que o Nubank é condenado por violar direitos fundamentais no ambiente corporativo.

Nubank deve pagar valores além da compensação moral

Além da compensação moral, o tribunal identificou outras irregularidades na relação de trabalho. O ex-funcionário trabalhava além do horário legal e não usufruía intervalos obrigatórios. Por isso, a magistrada ordenou o pagamento de verbas adicionais relativas à jornada.

A sentença também determinou que o Nubank é condenado por não oferecer condições adequadas de descanso. O trabalhador ainda tentou anular uma transferência interna que considerou abusiva. Contudo, a juíza rejeitou esse pedido por falta de base legal.

Ainda assim, a defesa entrou com recurso e argumentou que o Nubank é condenado de forma justa, mas que a indenização precisa ser ampliada. Até agora, o banco não informou se pretende recorrer da decisão.

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