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Superávit da balança comercial surpreende e mostra força das exportações

Balança comercial tem saldo positivo de US$ 6,48 bi em maio, com destaque para exportações da indústria de transformação, agropecuária e extrativa.
Balança comercial tem saldo positivo de US$ 6,48 bi em maio, com destaque para exportações da indústria de transformação, agropecuária e extrativa.
(Imagem: divulgação/Governo do Ceará)

A balança comercial brasileira registrou superávit da balança comercial de US$ 2,30 bilhões na quarta semana de maio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/Mdic). O resultado é fruto de US$ 7,35 bilhões em exportações e US$ 5,05 bilhões em importações no período analisado.

Ao todo, o superávit da balança comercial já soma US$ 6,48 bilhões em maio. No acumulado de 2025, o saldo positivo chega a US$ 24,21 bilhões. Os números reforçam a tendência de crescimento das exportações, puxadas por setores estratégicos da economia brasileira.

Quais setores impulsionaram o superávit da balança comercial?

A média diária de exportações até a quarta semana de maio foi de US$ 1,505 bilhão, alta de 4,7% em relação a maio de 2024. Esse avanço foi sustentado principalmente pela indústria de transformação, com aumento de 6,5%, seguida da agropecuária (+4,1%) e da indústria extrativa (+2%).

No mesmo período, a média diária de importações foi de US$ 1,100 bilhão, representando um crescimento de 5,5% frente ao mesmo mês do ano anterior. A indústria de transformação impulsionou o avanço nas importações ao aumentar as compras em 10,1%, somando US$ 93,36 milhões a mais em um ano.

Apesar do aumento nas importações, o saldo se manteve positivo. Isso ocorreu porque setores como a indústria extrativa e a agropecuária reduziram suas compras externas. A indústria extrativa, por exemplo, recuou 40,7% nas importações, enquanto a agropecuária caiu 5,4%.

O comportamento da balança comercial indica que o Brasil mantém competitividade nas exportações, mesmo com oscilações nos setores importadores. A evolução desses dados até o fim de maio deve confirmar se a tendência de superávit continuará firme no segundo semestre.

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